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A apostasia pessoal e Teológica

A apostasia (gr. apostasia) aparece duas vezes no NT como substantivo (At 21.21; 2Ts 2.3) e, aqui em Hb 3.12, como verbo (gr. aphistemi, traduzido “apartar”). O termo grego é definido como decaída, deserção, rebelião, abandono, retirada ou afastar-se daquilo a que antes se estava ligado.

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O Posicionamento Cristão sobre o Feminismo


Liberdade: exaustivamente defendida, culturalmente protegida e constitucionalmente amparada. Não obstante, a dicotomia liberdade versus libertinagem é confundida em um só prisma. Algo corrobora a esse emaranhado de concepções: o mundo hodierno é bombardeado continuamente por novos conceitos, tudo se transmuta em uma velocidade absurda e acompanhável; a contraversão de valores e o relativismo moral trazem uma instabilidade tremenda para aqueles que não vivem segundo a irrefutável Palavra de Deus.


Com o advento do movimento feminista e, especialmente, em sua expansão no presente século, é perceptível o tentador apelo, que convoca as mulheres para que sejam cada vez mais audaciosas, donas de si e “libertas” do opróbrio de quem tentar subvertê-las.

 

💡 Felizmente, a Palavra do Senhor não se altera, assim também como Ele, que continua sendo o mesmo (Ml 3.6). À vista disso, suas palavras são imperiosas: “Não se amoldem ao padrão deste mundo” (Rm 12.2). Logo, ser simpatizante, andar conforme os preceitos ou mesmo ser um defensor da causa feminista é, no mínimo, incoerentemente bíblico. Aprofundemos os porquês.

💡 DEFININDO O FEMINISMO

Define-se feminismo como o movimento sócio-político que luta pela conquista de igualdade de direitos e status entre quaisquer dos gêneros. Originalmente associado à Revolução Francesa de 1789, buscava dirimir as diferenças civis entre homens e mulheres. Entretanto, este pilar mudou drástica e ousadamente a partir do século XX. O que vêm como pano de fundo neste “novo” e radical feminismo, que não é da ciência de todos, são os princípios antibíblicos difundidos pelo mesmo.

 

💡 INSURREIÇÃO FEMINIL

Os adeptos feministas exaltam a insurreição feminil contra o que acreditam ser mecanismos anímicos que as desmoralizam. Alicerçado nisso, defendem com veemência que a mulher deve ter o direito à escolha do que fazer com seu corpo e, inclusive, que o aborto seja legalizado se a gravidez for indesejada. É mister afirmar que nisso o Senhor não se compraz (Êx 20.13). Ademais, Simone de Beauvoir, expoente clássica do feminismo, assegura que “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”.

 

A famigerada ideologia de gênero é difundida de forma livre nessa concepção. Falso paradigma é refutado pelos padrões escriturísticos. Deus criou homem e mulher, não de forma acidental, pois Ele é manifestamente ordenado. Não existem acasos nos padrões do Senhor. Seria tremendamente leviano e inconstante se esta escolha coubesse a nós mesmos, viveríamos inundados em um caos de conflitos internos e externos.

 

Infelizmente, por desconhecimento ou mesmo por não entenderem plenamente a feminilidade bíblica, mulheres professantes do cristianismo têm se tornado sutilmente adeptas do movimento feminista. O bombardeio midiático e padrões sociais confrontam diariamente os parâmetros bíblicos. Dessa forma, chegam a crer que a Bíblia é um livro de concepções machistas, que não as valoriza decentemente, antes as menospreza e diminui, deparando-se frontalmente a uma autocomiseração. Se engana quem crê nesta falácia.


HOMEM E MULHER - IGUAIS EM VALOR E DIGNIDADE

Deus criou homem e mulher iguais em valor e dignidade. Urge esclarecer que, em se tratando de diferenças, são essas apenas de caráter funcional. Nenhum dos dois foi criado mais importante que outro, mas as atribuições foram perfeitamente distribuídas para dar ordem à criação. Diferentes, mas complementares.

 

Após a queda do homem, a noção de complementaridade que Deus criou em íntegro arranjo começava a ser subvertida. O homem, que tinha a função de liderar singela e humildemente, passou a se inclinar ou para o império, ou para a passividade.

 

🎯 A mulher, que deveria agir em submissão espontânea e sábia, buscou a usurpação ou ainda a subalternidade. Não foi para isso que Deus nos chamou. Por isso, enviou Seu filho Jesus, que veio redimir-nos das deformidades incorporadas pelas consequências da queda.

 

Logo, o sangue derramado por Cristo na cruz veio para remir e perdoar em equidade todas as criaturas. Ele deu a Sua preciosa vida por pecadores. Pecadores, indistintamente. Somos coerdeiros desta graça abundante. Quando entendemos isso e nos deparamos com o sentido da feminilidade bíblica, qual seja glorificar a Deus, é como um estalo que nos acorda.

 

Contudo, há, ainda, quem não entenda o significado do termo submissão. Já me deparei com muitas pessoas que voluntaria mente o substituam por “humilhação”, “escravidão”. Mais uma vez é necessário desmistificarmos ideais criados erroneamente. Ao nos atentarmos à etimologia da palavra, desvendamos a incógnita. Sub=debaixo, Missão= incumbência. Submissão é, portanto, o ato de estar sob a mesma missão. Assim, não nos cabe interpretar que a Palavra de Deus dá legalidade ao homem para que vitupere e deprecie sua esposa.

 

Quando entendemos que o casamento foi criado para a glória de Deus, com uma alegoria à noiva de Cristo e o próprio, vislumbramos melhor o propósito desta divisão de funcionalidades entre o homem e a mulher. Ora, aprendemos em Efésios 5 que o homem representa Cristo, que é o cabeça da Igreja. Logo, foi criado proporcional a isso, para que tivesse a capacidade. de proteger a sua esposa, assim como Cristo protege e pastoreia a Igreja, liderando-a e amando a ponto de dar a sua vida em detrimento de salvar a dela.

 

A Igreja deve em tudo ser obediente a Cristo, pois quando Ele vier buscá-la, deve estar preparada, sem máculas, e, assim, está sob Sua missão, a de propagar o Reino dos céus. Por sua vez, a mulher, no matrimônio, representa a Igreja. Logo, auxilia idoneamente o homem na missão de ser o líder e pastor do lar, amando-o.

 

Deus nos chamou para sermos livres, não libertinos. Livres da condenação do pecado, que foi alcançado pela vitória de Cristo na cruz. A valer, a libertinagem nos aprisiona às nossas próprias concupiscências e bel-prazer. É extremamente perigoso andarmos à margem da submissão. O que o mundo prega como liberdade, rebeldia e insubmissão, esconde sua realidade: uma vida na sarjeta e sujeição ao poderio do pecado. Ser insubmisso a Deus, é ser, na verdade, submisso aos padrões profanos, a uma ditadura da pseudoliberdade, que ilusiona facilmente quem pensa estar quebrando as correntes que as prende.


A contrário sensu do que este mundo prega, a submissão pode ser algo prazeroso, desde que feita em amor, antes de qualquer coisa, a Cristo. Somente homens e mulheres que seguem o propósito de Deus para os papéis aos quais foram designados podem provar do deleite que a obediência traz.

 

Artigo: Pármena Hanes | Reverberação: www.cristaoalerta.com.br


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Apologética, a Defesa da Fé Cristã

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A palavra “apologética” deriva da palavra grega apologia, que originalmente era usada como uma palavra de defesa. A ideia de apresentar uma defesa equilibrada da  é evidente em Filipenses 1.7,18; e especialmente 1 Pedro 3.15
A apologética pode ser definida simplesmente como a defesa da cristã. Todavia, a simplicidade desta definição mascara a complexidade do problema a respeito de uma definição mais ampla de apologética. Acontece que foram adotadas diversas abordagens para definir o significado, o escopo e o propósito da apologética.


A palavra “apologética” deriva da palavra grega apologia, que originalmente era usada como uma palavra de defesa. Na Atenas antiga, ela se referia a uma defesa feita no tribunal, como parte dos procedimentos judiciais normais. Depois da acusação, o réu tinha permissão de refutar as acusações com uma defesa (apologia). O exemplo clássico de uma apologia foi a defesa de Sócrates contra a acusação de pregar deuses estranhos, uma defesa narrada pelo seu mais famoso aluno, Platão, em um diálogo chamado A Apologia.

A palavra apologia aparece 17 vezes, como substantivo ou verbo, nas páginas do Novo Testamento, e pode ser traduzida como “defesa” ou “justificativa” em todos os casos. A ideia de apresentar uma defesa equilibrada da é evidente em Filipenses 1.7,18; e especialmente 1 Pedro 3.15, mas nenhuma teoria específica da apologética é descrita no Novo Testamento.

No século II, esta palavra genérica para “defesa” começou a assumir um significado mais limitado, para se referir a um grupo de autores que defendem as crenças e práticas do Cristianismo, contra vários ataques. Estes homens se tornaram conhecidos como apologistas por causa dos títulos de alguns de seus tratados, mas, aparentemente, foi só depois de 1794 que a apologética foi usada para designar uma disciplina teológica específica.

Tomou-se costumeiro usar a palavra apologia para se referir a um esforço ou uma obra específica em defesa da fé. Uma apologia pode ser um documento escrito, uma palavra ou discurso, ou até mesmo um filme. Os apologistas desenvolvem as suas defesas da fé cristã em relação a questões científicas, históricas, filosóficas, éticas, religiosas, teológicas ou culturais.

FUNÇÕES PARA A APOLOGÉTICA

Nós podemos distinguir quatro funções para a apologética, ainda que nem todos concordem que ela envolva estas quatro funções. Apesar dessas opiniões, todas as quatro funções foram igualmente importantes na apologética, e cada uma delas foi defendida por grandes apologistas cristãos ao longo da história da igreja.

A primeira função pode ser chamada justificativa ou prova, e envolve a organização de argumentos filosóficos, bem como evidências científicas e históricas em favor da fé cristã. O objetivo dessa função é desenvolver um caso positivo a favor do Cristianismo, como um sistema de crenças que deve ser aceito. Filosoficamente, isso significa extrair as implicações lógicas da visão de mundo cristão, de modo que possam ser vistas claramente e contrastadas com visões de mundo alternativas.

A segunda função é a defesa. Essa função é mais próxima ao uso que o Novo Testamento e o início do Cristianismo fazem da palavra apologia, defendendo o Cristianismo contra a abundância de ataques desferidos contra ele em cada geração pelos críticos de variados sistemas de . Essa função envolve o esclarecimento da posição cristã, devido a mal-entendidos e más interpretações; a resposta a objeções, críticas ou perguntas de não cristãos; e, de modo geral, o esclarecimento de quaisquer dificuldades intelectuais que os não crentes declarem impedir para que eles venham à fé.

A terceira função é a refutação de crenças opostas. Essa função trata de responder aos argumentos que os não cristãos apresentam para respaldar as suas próprias crenças. Muitos apologistas concordam que essa refutação não resiste por si só, uma vez que provar que uma religião ou filosofia não cristã é falsa não equivale a provar que o Cristianismo seja verdadeiro. Ainda assim, essa é uma função essencial da apologética.

A quarta função é a persuasão. Com isso, não queremos meramente convencer as pessoas de que o Cristianismo é verdadeiro, mas persuadi-las a aplicar essa verdade às suas vidas. Essa função trata de trazer os não cristãos ao ponto do engajamento. A intenção do apologista não é meramente vencer uma discussão intelectual, mas persuadir as pessoas a cofiarem a sua vida e o seu futuro eterno ao Filho de Deus, que morreu por elas.

Referências: BOA, Kenneth D. Bíblia de Estudo Defesa da Fé; questões reais, respostas preciosas, fé solidificada. Rio de Janeiro: CPAD, 2010
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Fatos que Mudaram Negativamente a Face da Igreja Cristã

Desde o início da sua história, a Igrejavem passando por enormes mudanças. Algumas necessárias, outras nem tanto. Algumas benéficas, outras nocivas. Algumas trazendo crescimento, outras atraso.

Ainda bem no início, a Igreja teve que enfrentar os judaizantes, contra os quais o apóstolo Paulo deu combate em suas epístolas aos Gálatas e aos Romanos, pois se constituíam um grande perigo: o de fazer do cristianismo apenas um segmento do judaísmo. Outro grande risco que a Igreja correu foi a influência dos gnósticos, que exigiu do mesmo apóstolo que escrevesse as epístolas aos Efésios e aos Colossenses. E assim a Igreja Cristã, a cada controvérsia, via aparecer um defensor. Em alguns casos ocorreram divisões, em outros a Igreja teve que convocar concílios. O primeiro deles é o que aparece no livro de Atos dos Apóstolos (At 15) para resolver a questão dos judaizantes.

Todavia, o maior perigo que a Igreja teve que enfrentar se passou no início do 4° século, quando o imperador Constantino baixou um decreto que fazia o cristianismo ser tolerado (Edito de Tolerância - 313 d.C.). Pouco mais tarde, o cristianismo veio a se tornar a religião oficial do Império Romano.

Longe de ser uma bênção, o decreto que obrigou todos os cidadãos romanos a se cristianizarem trouxe para dentro da Igreja indivíduos vindos de todas as províncias romanas, que por sua vez trouxeram consigo seus costumes pagãos e os ídolos dos seus deuses, que subsequentemente foram introduzidos na Igreja e no culto. Este passou a ser misterioso, como nas religiões da Babilônia, Grécia, Egito e Ásia Menor. Assim, o cristianismo adotou cerimônias estranhas.

👉A Santa Ceia passou a ser a “missa” que lembrava o culto a Osíris, o deus do sol dos egípcios.

No princípio, a Santa Ceia era celebrada em conjunto com a Festa do Amor, porém em pouco tempo passou a ser celebrada separadamente. Assim, aos poucos, a Igreja viu os princípios bíblicos adulterados.

Após obrigar todos a se tornarem cristãos, Constantino ainda reconheceu três bispados proeminentes (o de Alexandria, o de Roma e o de Antioquia) em 325 d.C. A partir daí, embora alguma coisa boa tenha acontecido (principalmente entre alguns poucos monges), a grande massa popular era ignorante, supersticiosa, idólatra e imoral.

Aos poucos novos elementos estranhos foram introduzidos no culto (missa),
por exemplo:
👉 em 310 d.C., a reza pelos defuntos;
👉 em 320 d.C., o uso de velas;
👉 em 375 d.C., o culto dos santos;
👉 em 431 d.C., o culto à virgem Maria (mariolatria);
👉 em 500 d.C., o uso da roupa sacerdotal;
👉 em 503 d.C., a doutrina do purgatório;
👉 em 783 d.C., a adoração de imagens e relíquias;
👉 em 850 d.C., o uso da água benta;
👉 em 998 d.C, a canonização dos santos;
👉 em 1003 d.C., a festa dos defuntos;
👉 em 1074 d.C., o celibato clerical;
👉 em 1090 d.C., a invenção do rosário;
👉 em 1184 d.C., a “santa” inquisição;
👉 em 1190 d.C., o início da venda de indulgências;
👉 em 1215 d.C., a confissão auricular;
👉 em 1215 d.C., o dogma da transubstanciação;
👉 em 1220 d.C., a adoração da hóstia;
👉 em 1229 d.C., a proibição da leitura da Bíblia;
👉 em 1546 d.C., a introdução dos livros apócrifos;
👉 em 1870 d.C., a infalibilidade papal;
👉 em 1950 d.C., o dogma da ascenção de Maria.

Todos esses fatos mudaram a face da Igreja. Graças a Deus que, durante a Idade Média, muitos homens se levantaram em protesto contra esses desvios do culto simples da Igreja Primitiva. Mas, como tudo isso afeta a Igreja dos nossos dias?

Para responder a essa questão, precisamos traçar um paralelo entre uma série de fatores que remontam a antigas civilizações, especialmente na área religiosa, e aquilo que podemos observar nos nossos dias.

Existem aí questões sérias a serem consideradas

Os filósofos chamam os nossos dias de “pós-modernidade”, o que nos dá a falsa impressão que a antiguidade não tem nada a ver com o nosso tempo, porém em Eclesiastes 1.10 lemos: “Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não, já foi nos séculos passados, que foram antes de nós”. Então, aquilo que os pensadores chamam de “pós-modernidade” não passa de situações em que a humanidade em algum momento da sua história já se envolveu, e que agora se repetem com outra roupagem.

Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), grandes mudanças foram observadas em todas as áreas do trato humano, e os diferentes ramos da ciência se desenvolveram a um nível jamais imaginado. O efervescente período pós-guerra também assistiu ao surgimento de um movimento conhecido como neopentecostal.

A Igreja do Senhor sempre sobreviveu e produziu os conhecidos “defensores da fé”, homens de Deus comprometidos com a verdade plena da Bíblia Sagrada.

Nos nossos dias, vivemos algo muito parecido com aqueles séculos passados, pois vemos a Bíblia fechada e a Igreja (guardada a devida e ponderada distância) suscetível a influências estranhas ao Cristianismo. Trata-se de uma situação bastante semelhante àquela vivida pelo povo de Israel no Antigo Testamento. Não foram poucos os momentos em que Deus teve que levantar homens poderosos no Espírito Santo para chamar o Seu povo à razão, pois haviam adotado os costumes dos povos que não conheciam a Palavra do Senhor e, assim, idolatraram, praticaram vícios imundos, enfim, desviaram-se completamente daquilo que Deus havia planejado para eles. Sim, tememos que estejamos vivendo tempos parecidos com os da Idade Média e os dias do Antigo Testamento.

Conhecemos o estrago deixado pelos desvios dos israelitas do Antigo Testamento. Também sabemos dos desastres causados pelas superstições medievais. Mas o que acontecerá à Igreja do nosso tempo? Uma Igreja sem Cristo, cheia de fantasias lendárias, cópia exata daquilo que retrata os tempos escuros da história cristã, sem Teologia, Cristologia ou Escatologia. Uma Igreja sem ao menos uma linha teológica perene, antes diariamente à mercê de alguma invenção espetacular, de milagres nunca vistos e de “aparecimentos” de Cristo e de anjos, sem contar na materialização do Espírito Santo.

A falta de uma Teologia definida é uma característica marcante do cristianismo moderno (ou pós-moderno, segundo alguns filósofos). Por causa disto o culto se mostra como um mistério místico-esotérico, e o púlpito se torna o palco de onde um “pregador” executa cenas de magia, vulgarizando a Trindade, “obrigando” Deus a realizar “milagres” engendrados por mentes sem nenhum compromisso com a Palavra da Verdade, fazendo promessas em nome de Deus; desafiando os “incrédulos” e colocando em xeque a ortodoxia evangélica. Dizendo-se portadores da vontade de Deus para o presente, vivem “vendo coisas” e “profetizando”, até por telefone, apregoando em altos brados serem os detentores de “uma nova unção” e uma “nova revelação”. Usam símbolos dos quais não sabem a origem, muito menos os seus significados. Trazem para as suas reuniões somente os “vasos ungidos” - pastores, pastoras, bispos e apóstolos auto revelados, que “oram” com veemência, mas sem coerência, distanciando mais ainda os “fiéis” do Senhor.

Aplique a Palavra de Deus à sua vida e não se renda a uma aventura no mundo do liberalismo, da “nova unção”, e do “cacicai”. Prezado irmão, Deus não quer que você caia. Um dia Ele te levantou. Então, apresente-se de pé diante do seu Senhor. Lembre-se: Deus é bom e conhece os que são seus (Jo 10.1-18).

Publicação: Uikisearch
Artigo: Pr. Gilberto Gil Rebelo
📚Referências: Periódico Jornal Mensageiro da Paz, março 2006

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