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Maçonaria - Que Religião é Essa?


“Como a maioria dos maçons nunca ultrapassa o terceiro grau da loja azul, a maioria deles nunca descobre no que estão envolvidos”. “E nunca vão descobrir o que é maçonaria”. Anão ser que tentem entrar nos graus mais altos do Rito Escocês. 
De fatos eles não são só ignorantes, são também enganados deliberadamente pelos seus superiores na loja (Mike Mandel, ex-bruxo e pesquisador da maçonaria).
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Batismo - As atitudes dos que querem o batismo nas águas

Iniciamos nossa reflexão sobre quem deve receber o batismo nas águas. E verificando no nosso Manual de conduta e vida cristã, a Bíblia Sagrada, sabemos que somente a pessoa que aceitou Jesus como seu Salvador e Senhor é que pode descer às águas batismais, conforme Atos dos Apóstolos 16.31,33; 10.47,48; 22.16. 
Lendo o livro citado, contemplamos que todos os que criam, e eram salvos, eram logo batizados. Assim vemos em Atos 2.38,41; 8.12,16, 36-38; 9.18; 10.47,48; 16.14,15, 31-34. Ora, se a pessoa entregou sua vida a Cristo, percebe-se claramente que está demonstrando fé na pessoa bendita de Jesus como se pode ver em Atos 8.36,37.
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Fatos que Mudaram Negativamente a Face da Igreja Cristã

Desde o início da sua história, a Igrejavem passando por enormes mudanças. Algumas necessárias, outras nem tanto. Algumas benéficas, outras nocivas. Algumas trazendo crescimento, outras atraso.

Ainda bem no início, a Igreja teve que enfrentar os judaizantes, contra os quais o apóstolo Paulo deu combate em suas epístolas aos Gálatas e aos Romanos, pois se constituíam um grande perigo: o de fazer do cristianismo apenas um segmento do judaísmo. Outro grande risco que a Igreja correu foi a influência dos gnósticos, que exigiu do mesmo apóstolo que escrevesse as epístolas aos Efésios e aos Colossenses. E assim a Igreja Cristã, a cada controvérsia, via aparecer um defensor. Em alguns casos ocorreram divisões, em outros a Igreja teve que convocar concílios. O primeiro deles é o que aparece no livro de Atos dos Apóstolos (At 15) para resolver a questão dos judaizantes.

Todavia, o maior perigo que a Igreja teve que enfrentar se passou no início do 4° século, quando o imperador Constantino baixou um decreto que fazia o cristianismo ser tolerado (Edito de Tolerância - 313 d.C.). Pouco mais tarde, o cristianismo veio a se tornar a religião oficial do Império Romano.

Longe de ser uma bênção, o decreto que obrigou todos os cidadãos romanos a se cristianizarem trouxe para dentro da Igreja indivíduos vindos de todas as províncias romanas, que por sua vez trouxeram consigo seus costumes pagãos e os ídolos dos seus deuses, que subsequentemente foram introduzidos na Igreja e no culto. Este passou a ser misterioso, como nas religiões da Babilônia, Grécia, Egito e Ásia Menor. Assim, o cristianismo adotou cerimônias estranhas.

👉A Santa Ceia passou a ser a “missa” que lembrava o culto a Osíris, o deus do sol dos egípcios.

No princípio, a Santa Ceia era celebrada em conjunto com a Festa do Amor, porém em pouco tempo passou a ser celebrada separadamente. Assim, aos poucos, a Igreja viu os princípios bíblicos adulterados.

Após obrigar todos a se tornarem cristãos, Constantino ainda reconheceu três bispados proeminentes (o de Alexandria, o de Roma e o de Antioquia) em 325 d.C. A partir daí, embora alguma coisa boa tenha acontecido (principalmente entre alguns poucos monges), a grande massa popular era ignorante, supersticiosa, idólatra e imoral.

Aos poucos novos elementos estranhos foram introduzidos no culto (missa),
por exemplo:
👉 em 310 d.C., a reza pelos defuntos;
👉 em 320 d.C., o uso de velas;
👉 em 375 d.C., o culto dos santos;
👉 em 431 d.C., o culto à virgem Maria (mariolatria);
👉 em 500 d.C., o uso da roupa sacerdotal;
👉 em 503 d.C., a doutrina do purgatório;
👉 em 783 d.C., a adoração de imagens e relíquias;
👉 em 850 d.C., o uso da água benta;
👉 em 998 d.C, a canonização dos santos;
👉 em 1003 d.C., a festa dos defuntos;
👉 em 1074 d.C., o celibato clerical;
👉 em 1090 d.C., a invenção do rosário;
👉 em 1184 d.C., a “santa” inquisição;
👉 em 1190 d.C., o início da venda de indulgências;
👉 em 1215 d.C., a confissão auricular;
👉 em 1215 d.C., o dogma da transubstanciação;
👉 em 1220 d.C., a adoração da hóstia;
👉 em 1229 d.C., a proibição da leitura da Bíblia;
👉 em 1546 d.C., a introdução dos livros apócrifos;
👉 em 1870 d.C., a infalibilidade papal;
👉 em 1950 d.C., o dogma da ascenção de Maria.

Todos esses fatos mudaram a face da Igreja. Graças a Deus que, durante a Idade Média, muitos homens se levantaram em protesto contra esses desvios do culto simples da Igreja Primitiva. Mas, como tudo isso afeta a Igreja dos nossos dias?

Para responder a essa questão, precisamos traçar um paralelo entre uma série de fatores que remontam a antigas civilizações, especialmente na área religiosa, e aquilo que podemos observar nos nossos dias.

Existem aí questões sérias a serem consideradas

Os filósofos chamam os nossos dias de “pós-modernidade”, o que nos dá a falsa impressão que a antiguidade não tem nada a ver com o nosso tempo, porém em Eclesiastes 1.10 lemos: “Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não, já foi nos séculos passados, que foram antes de nós”. Então, aquilo que os pensadores chamam de “pós-modernidade” não passa de situações em que a humanidade em algum momento da sua história já se envolveu, e que agora se repetem com outra roupagem.

Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), grandes mudanças foram observadas em todas as áreas do trato humano, e os diferentes ramos da ciência se desenvolveram a um nível jamais imaginado. O efervescente período pós-guerra também assistiu ao surgimento de um movimento conhecido como neopentecostal.

A Igreja do Senhor sempre sobreviveu e produziu os conhecidos “defensores da fé”, homens de Deus comprometidos com a verdade plena da Bíblia Sagrada.

Nos nossos dias, vivemos algo muito parecido com aqueles séculos passados, pois vemos a Bíblia fechada e a Igreja (guardada a devida e ponderada distância) suscetível a influências estranhas ao Cristianismo. Trata-se de uma situação bastante semelhante àquela vivida pelo povo de Israel no Antigo Testamento. Não foram poucos os momentos em que Deus teve que levantar homens poderosos no Espírito Santo para chamar o Seu povo à razão, pois haviam adotado os costumes dos povos que não conheciam a Palavra do Senhor e, assim, idolatraram, praticaram vícios imundos, enfim, desviaram-se completamente daquilo que Deus havia planejado para eles. Sim, tememos que estejamos vivendo tempos parecidos com os da Idade Média e os dias do Antigo Testamento.

Conhecemos o estrago deixado pelos desvios dos israelitas do Antigo Testamento. Também sabemos dos desastres causados pelas superstições medievais. Mas o que acontecerá à Igreja do nosso tempo? Uma Igreja sem Cristo, cheia de fantasias lendárias, cópia exata daquilo que retrata os tempos escuros da história cristã, sem Teologia, Cristologia ou Escatologia. Uma Igreja sem ao menos uma linha teológica perene, antes diariamente à mercê de alguma invenção espetacular, de milagres nunca vistos e de “aparecimentos” de Cristo e de anjos, sem contar na materialização do Espírito Santo.

A falta de uma Teologia definida é uma característica marcante do cristianismo moderno (ou pós-moderno, segundo alguns filósofos). Por causa disto o culto se mostra como um mistério místico-esotérico, e o púlpito se torna o palco de onde um “pregador” executa cenas de magia, vulgarizando a Trindade, “obrigando” Deus a realizar “milagres” engendrados por mentes sem nenhum compromisso com a Palavra da Verdade, fazendo promessas em nome de Deus; desafiando os “incrédulos” e colocando em xeque a ortodoxia evangélica. Dizendo-se portadores da vontade de Deus para o presente, vivem “vendo coisas” e “profetizando”, até por telefone, apregoando em altos brados serem os detentores de “uma nova unção” e uma “nova revelação”. Usam símbolos dos quais não sabem a origem, muito menos os seus significados. Trazem para as suas reuniões somente os “vasos ungidos” - pastores, pastoras, bispos e apóstolos auto revelados, que “oram” com veemência, mas sem coerência, distanciando mais ainda os “fiéis” do Senhor.

Aplique a Palavra de Deus à sua vida e não se renda a uma aventura no mundo do liberalismo, da “nova unção”, e do “cacicai”. Prezado irmão, Deus não quer que você caia. Um dia Ele te levantou. Então, apresente-se de pé diante do seu Senhor. Lembre-se: Deus é bom e conhece os que são seus (Jo 10.1-18).

Publicação: Uikisearch
Artigo: Pr. Gilberto Gil Rebelo
📚Referências: Periódico Jornal Mensageiro da Paz, março 2006

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A Condição dos Gentios sem Deus

Em Efésios 2,11,12, Paulo concentrou-se nos gentios, apelando aos cristãos gentios para que se lembrassem da sua condição anterior.
Na carta aos Efésios 2.11,12 (ARC), vemos qual era a condição dos gentios sem Deus, “cinco coisas são ditas sobre o nosso passado: (1) naquele tempo estávamos “sem Cristo”, não tendo direito às esperanças messiânicas de Israel por sermos gentios; (2) éramos “separados da comunidade de Israel, não tendo parte na herança do povo escolhido; (3) éramos “estranhos às alianças da promessa”, não participando das provisões da aliança com Israel pelo nascimento; (4) não tínhamos “esperança”, pois era separado desse Messias-Salvador, não havia esperança para o homem em geral ou para os homens como indivíduos; e (5) estávamos “sem Deus no mundo”, por não possuir o verdadeiro conhecimento de Deus.”[1]Éramos verdadeiros “gentios”!

🎯 Saiba Mais:



1. O conceito de “gentios”.

A palavra grega ethnê (como seu equivalente hebraico goyim) ora é traduzida por "nações", ora por "gentios", ora por "pagãos".[2]O termo gentio deriva-se da palavra latina para “nações”; no uso comum, aqueles que não eram judeus (Exemplos Bíblicos: Salmos 2.8; Isaías 11.10; Lucas 2.32; Atos 9.15; 10.45; 11.18; Romanos 2.14; Gálatas 3.28; Efésios 2.11-19; Apocalipse 7-9).[3]

TOME NOTA
Gentios (Ef 2.11-12). Este termo é usado no Novo Testamento para identificares não judeus, ou seja, um “gentio” era qualquer pessoa que não fosse um judeu. (grifo nosso). No século primeiro, os judeus representavam 10% da população do império romano. O que os tornou especiais foi o seu relacionamento único com Deus através de seus antepassados: as promessas da aliança concedidas a Abraão e a lei transmitida a Moisés. Essas duas heranças profundamente diferentes criaram um sentimento de superioridade dos judeus e de hostilidade por parte de muitos gentios. Manifestações anti-semitas não são novas. Nos dois primeiros séculos antes de Cristo, muitas cidades da Ásia e da Europa vivenciaram tumultos e rixas contra os judeus (Guia do Leitor da Bíblia – CPAD).

Os gentios eram politeístas e idólatras, acreditavam e adoravam muitos “deuses”, mas estavam sem o conhecimento do Deus que se havia revelado a Israel (Êx 30.2). No seu paganismo, viviam em total desconhecimento do Deus único e verdadeiro.[4]

2. A situação espiritual dos gentios antes e de pois de Jesus Cristo.

a) O que os gentios eram?
O comentarista Wiersbe relata que os gentios “eram estrangeiros, e não "o povo de Deus". Eles eram estranhos, não tinham esperança[5]nem a verdade de Deus no mundo. Os judeus gozavam de uma posição de grande privilégio perante Deus (Rm 9.4-5). Já os gentios eram apenas um estrangeiro. Para poder adorar o verdadeiro Deus, tinha de se converter ao judaísmo (como fizeram, por exemplo, Raabe e Rute).

O problema dos gentios, em particular, era a distância em que estavam de Deus e de suas bênçãos, ao mesmo tempo que o dos pecadores, em geral, era a morte espiritual (Ef 2. 1-10)”.
Os judeus chamavam os gentios de incircuncisos (Ef 2.11). Isso queria dizer que não traziam na sua carne o sinal físico que distinguia os israelitas como o povo com quem Deus fizera uma aliança.

As palavras “incircunciso”e “incircuncisão” eram termos de desprezo étnico semelhantes àqueles usados hoje em dia para se referir a nacionalidades que os homens menosprezam. A força dessa palavra pode ser sentida na frase dita por Davi sobre o gigante Golias: “Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?” (1Sm 17.26). Em contraste com isso os judeus chamavam-se os circuncisos.Tinham muito orgulho desse nome, pois os identificava como um povo separado de todas as demais nações da terra.

TOME NOTA
Circuncisão (Ef 2.11) é a remoção cirúrgica do prepúcio do órgão sexual masculino. Foi prescrito como sinal externo de quem pertencia ao povo da aliança com Deus. Essa era a marca do Pacto Abraâmico e deveria ser rigorosamente observada por todos do sexo masculino (Gn 17.10-11). O procedimento era realizado no oitavo dia de vida dos nascidos em Israel ou estrangeiros comprados a dinheiro (Gn 17.12; Lv 12.3). Quem não era circuncidado era considerado “incircunciso” e, portanto, excluído da aliança (Gn 17.14). O significado religioso apontava para a pureza espiritual e a santificação (Êx 19.5,6).

b) O que Deus fez por meio de Cristo em relação a situação espiritual dos gentios (Ef 2.13-16)?
“Agora, porém, estão em Cristo Jesus. Antigamente, estavam distantes de Deus, mas agora foram trazidos para perto dele por meio do sangue de Cristo. Porque Cristo é nossa paz. Ele uniu judeus e gentios em um só povo ao derrubar o muro de inimizade que nos separava. Ele acabou com o sistema da lei, com seus mandamentos e ordenanças, promovendo a paz ao criar para si, desses dois grupos, uma nova humanidade. Assim, ele os reconciliou com Deus em um só corpo por meio de sua morte na cruz, eliminando a inimizade que havia entre eles” (Ef 2.13-16 – NVT[6]).

Nos primórdios do cristianismo, a Igreja era, principalmente, composta de judeus. Mas, pela ação do Espírito de Deus, os cristãos testemunharam sobre Jesus aos gentios (At 10), que se converteram e excederam o número de membros judeus.

3. Aplicações do termo gentio em o Novo Testamento.
No NT, o conceito também tem uma ampla utilização. Em muitos casos, o termo traduzido como “gentio” pode também ser compreendido como “nação”. Em geral, este vocábulo refere-se aos não israelitas, da mesma maneira que no A.T.

As vezes refere-se a uma região que não faz parte de Israel (Mt 4.15). Frequentemente é usado como um termo de contraste étnico e cultural. Se os gentios fazem algo, é uma maneira de dizer que o mundo realiza aquilo também (Mt 5.47; 6.7, 32; Lc 12.30). Muitas vezes, quando este vocábulo é usado dessa maneira, é como exemplo negativo ou uma observação de que tal comportamento não é comum nem recomendável.

O termo pode ter também a força de designar alguém que não faz parte da Igreja (Mt 18.17). Às vezes descreve os que ajudaram na execução de Jesus ou opuseram-se ao seu ministério (Mt 20.19; Lc 18.32; At 4.25- 27).

Cornélio é uma figura que ilustra o relacionamento dos gentios com Deus (At 10 e 11). Esse centurião é apresentado como a pessoa escolhida para revelar a verdade de que o Senhor agora alcança pessoas de todas as nações e que as barreiras étnicas foram derrubadas, por meio de Jesus. Assim, a quebra dos obstáculos culturais é a ação à qual Lucas constantemente se refere em Atos, ou seja, a maneira como a Igreja trata da incorporação dos judeus e gentios na nova comunidade que Cristo tinha formado (At 15.7-12). Ao trazer a salvação aos gentios, Deus levou sua mensagem até os confins da Terra (At 13.47).[7]

CURIOSIDADE ESCATOLÓGICA
Quantos judeus e gentios morrerão durante a grande tribulação?
Ø    Quantos judeus?
Talvez, dois terços serão mortos pelo anticristo, o dobro do número que foi morto por Hitler (Zc 13.8; Mt 24.9)!

Ø    Quantos gentios?
1. Os fatos envolvidos.
a) Um quarto da humanidade morrerá durante o quarto selo (Ap 6.7,8).
b) Um terço morrerá durante a sexta trombeta (Ap 9.15).
2. Os números envolvidos.
a) Vamos supor que quatro bilhões sejam deixados para trás no arrebatamento.
b) Um bilhão será morto durante o quarto selo, sobrando três bilhões.
c) Um bilhão será morto durante o terceiro selo, sobrando dois bilhões.
d) Outro bilhão perecerá como resultado de muitos outros julgamentos mortais como guerra, fome, doença, terremotos, saraiva, pestilência etc., deixando apenas um bilhão. Em outras palavras, 75% da população mundial expirará durante a terrível tribulação! (WILLMINGTON, Horold L. Guia de Willmington para a Bíblia: Método Teológico. Vol. 2. 1ª edição de 2015, Central Gospel).


Autor: Evangelista Jair Alves
Publicação: Uikisearch
💻Site: www.uikisearch.org


[1] J. Sidlow Baxter
[2] F. F. Bruce.
[3] Guia Cristão de Leitura da Bíblia - CPAD
[4] BAPTISTA, Douglas. A Igreja Eleita - Redimida Pelo Sangue de Cristo e Selada com o Espírito Santo da Promessa. 1ª edição de 2020 - CPAD. Rio de Janeiro.
[5]A palavra esperança significa “confiança”, e o seu principal uso nas Escrituras é de confiança nas promessas divinas (Sl 130.5; Jr 17.7).
[6][6]NVT – Nova Versão Transformadora
[7]Quem é quem na Bíblia Sagrada: a História de todas as personagens da bíblia. Editado por: Paul Gardner, Editora Vida.

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