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A Doutrina da Igreja - O povo Deus Chamado para Fora

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O vocábulo igreja é formado por duas palavras gregas: pelo prefixo ek, isto é, “a partir de”, “de dentro de” ou “para fora de”; e, klēsis, que significa “chamada”, “convocação”, “convite”. Literalmente quer dizer “chamados para fora”.
Eclesiologia é a disciplina da Teologia que estuda a igreja, sua fundação, símbolos e missão, entre outros temas, conforme as Escrituras. Em relação à origem da Igreja, duas principais opiniões são sustentadas pelos teólogos ortodoxos.
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A igreja é a coluna e firmeza da verdade

No seu eterno propósito, Deus também determi­nou que a igreja fosse "a coluna e firmeza da verda­de" (1 Tm 3.15).

1. Toda a obra de Deus está fundamentada sobre a verdade

Deus é a verdade (Jr 10.10), Jesus Cristo é a verdade (Jo 14.6) e o Espírito Santo é o Espírito da verdade (Jo 16.13), que nos guiará em toda a verdade.

Jesus entregou aos seus discípulos as palavras da verdade (Jo 17.8) e eles, como ministros da Palavra (Lc 1.2), a entregaram da mesma forma como a haviam recebido (1 Co 11.23). Assim, foi pregado por todo o mundo o Evangelho da verdade (Cl 1.5).

2. A verdade de Deus é absoluta

Assim como Deus é eterno (Is 40.28; SI 45.6), a sua Palavra também é eterna (Mt 24.35). A Palavra de Deus não pode sofrer nenhuma modificação ou alteração por parte de quem quer que seja (Mt 5.18,19; Ap 22.18,19). Ela é o padrão de Deus para todos os membros da Igreja.

Existem padrões para todas as medidas: compri­mento, peso, tempo etc. Isso é um fato mundialmente reconhecido. No planetário de Greenwich, na Ingla­terra, há um relógio que indica o tempo para todo o globo e que é padrão para todo o mundo. Da mesma maneira, há em uma universidade da Europa uma medida padrão e um peso padrão. De todo o mundo chegam ali pesos e medidas para serem aferidos pelo peso e medida padrões ali existentes. Esses pesos e medidas, ao receberem a aferição, ficam sendo tam­bém considerados padrões.

Assim como aqueles pesos e medidas, a Palavra de Deus é o padrão da verdade. A "ciência" deste mundo tem procurado por todos os meios provar que a Bíblia não é a verdade, mas seus esforços têm sido em vão, pois a Bíblia está firmada como uma rocha bem alta no meio de um mar turbulento. Quando as ondas do ateísmo, do modernismo e do gnosticismo se lançam contra ela, se quebram e se desfazem, por­que ela é a rocha que tem permanecido inabalável pelos séculos dos séculos.


3. Muitos, porém, fraudam pesos e medidas

Assim como existem fraudes com pesos e medidas, da mesma forma alguns procuram mudar a Palavra de Deus. A Bíblia, que condena "a balança enganosa" (Pv 11.1; Mq 6.11), combate com veemência os que se desviam da verdade (2 Tm 2.16-18; 4.3,4; Tt 1.11-16).

Existem doutrinas falsas que procuram desmora­lizar a verdade de Deus e têm por finalidade desviar os homens da fé (1 Tm 6.20-21; 1.4,6,7), rejeitando a dominação e vituperando as autoridades (Jd 8).

Existem também doutrinas carnais que defendem ampla liberdade para a carne e a concupiscência (1 Tm 6.9; Tt 2 12; 2 Tm 4.3,4; Jr 23.16,17; Mq 2.11).


4. Deus colocou a sua Igreja como a coluna e firmeza da verdade

Deus não entregou a defesa e a pregação dessa alta responsabilidade à política ou à cultura, nem tampouco à sociedade, mas escolheu para essa nobre missão a sua igreja. A igreja precisa, em primeiro lugar, manter atitude firme e não ceder diante dos ataques contra a sã doutrina.

Devemos em tudo praticar a verdade, seja em palavras seja em ações (1 Co 4.6; 2 Co 1.19). Devemos andar na verdade (2 Jo 4). Devemos, a tem­po e fora de tempo, ser defensores do Evangelho, as­sim como o apóstolo Paulo e outros o foram (Fp 1.16; At 24.5). Ninguém possui em si qualidades na­turais pelas quais possa ser uma coluna da verdade. Nada neste mundo, seja dinheiro, posição social, polí­tica ou cultura pode fazer de um homem, ou de uma igreja, coluna.

Os fariseus, no tempo de Jesus, possuí­am tudo isso, porém Jesus disse a respeito deles: "Di­zem e não praticam" (Mt 23.3). São os vencedores que se tornam colunas. Jesus disse: "A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus" (Ap 3.12). Tra­ta-se aqui da vitória sobre a carne, o mundo e o diabo. É Deus quem nos faz coluna e que nos fortifica pelo seu Espírito (SI 75.3), pela força do seu poder (Ef 6.10). Assim podemos "ficar firmes" (Ef 6.13).

Ø A promessa de Jesus está de pé: "Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guarda­rei" (Ap 3.10).

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A Igreja Edificada por Jesus Cristo

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A Igreja como o Corpo de Cristo (Ef 5.22,23) é um organismo vivo formado por aqueles que pela salvação receberam uma nova vida através de Jesus (Ef 2.1,5), aquEle que vive em nós (Gl 2.20).

Jesus assevera, em Mateus 16.18:"Edificarei a minha igreja". Esta é a primeira entre mais de cem referências no Novo Testamento que empregam a palavra grega primária para "igreja": ekklêsia, composta com a preposição ek ("fora de") e o verbo kaleõ ("chamar"). Logo, ekklêsia denotava originalmente um grupo de cidadãos chamados e reunidos, visando um propósito específico. O termo é conhecido desde o século V a.C, nos escritos deHeródoto, Xenofontesy-Platão eEurípedes. Este conceito de ekklêsia prevalecia especial­mente na capital, Atenas, onde os líderes políticos eram convocados como assembleia constituinte até quarenta ve­zes por ano.


1. O USO SECULAR DO TERMO

O uso secular do termo também aparece no Novo Testamento. Em Atos 19.32,41, por exemplo, ekklêsia refere-se à turba enfurecida de cidadãos que se reuniu em Éfeso para protestar contra os efeitos do ministério de Pau­lo.

Na maioria das vezes, porém, o termo tem uma aplicação mais sagrada e refere-se àqueles que Deus tem chamado para fora do pecado e para dentro da comunhão do seu Filho, Jesus Cristo, e que se tornaram "concidadãos dos santos e da família de Deus" (Ef 2.19). Ekklêsia é sempre empregada às pessoas e também identifica as reuniões destas para adorar e servir ao Senhor.

2. IGREJA NA TRADUÇÃO GREGA DO ANTIGO TESTAMENTO

A Septuaginta, tradução grega do Antigo Testamento, também emprega ekklêsia quase cem vezes, usualmente co­mo tradução do termo hebraico qahal ("assembleia", "con­vocação", "congregação"). No Antigo Testamento, assim como no Novo, o termo às vezes se refere a uma assembleia religiosa (por exemplo, Nm 16.3; Dt 9.10) e em outras ocasiões a uma reunião visando propósitos seculares, até mesmo malignos (Gn 49.6; Jz 20.2; 1 Rs 12.3).

Uma palavra hebraica com significado semelhante à qahal é 'edah ("congregação", "assembleia", "agrupamento", “reunião”). E de relevância notar que ekklêsia é frequentemente usada na Septuaginta para traduzir qahal, mas nunca 'edah. Pelo con­trário, esta última palavra é mais frequentemente traduzida por sunagõgê ("sinagoga"). Por exemplo: a frase "comunida­de de Israel" (Êx 12.3) podia ser traduzida por "sinagoga de Israel" se seguíssemos a versão da Septuaginta (ver também Nm 14.1; 20.1). A palavra grega sunagõgê, assim como seu equivalente hebraico, 'edah, tem o significado essencial de pessoas reuni­das.

Hoje, quando escutamos a palavra "sinagoga", usual­mente temos o retrato mental de uma assembleia de judeus reunidos para orar e escutar a leitura e exposição do Antigo Testamento. Significado semelhante também se acha no Novo Testamento (Lc 12.11; At 13.42). E, embora os cristãos primitivos costumassem evitar a palavra para descre­ver a eles mesmos, Tiago não a evita ao (Tg 2.2) referir-se aos crentes que se reuniam para adorar, talvez por serem os seus leitores convertidos judaicos, na sua maioria.

Como consequência, quer nos refiramos aos termos hebraicos comuns qahal e 'edah, quer às palavras gregas sunagõgê e ekklêsia, o significado essencial continua sendo o mesmo: a "Igreja" consiste naqueles que foram chamados para fora do mundo, do pecado e da vida alienada de Deus, os quais, mediante a obra de Cristo na sua redenção/foram reunidos como uma comunidade de fé que compartilha das bênçãos e responsabilidades de servir ao Senhor.


A palavra grega kuriakos ("pertencente ao Senhor"), que aparece apenas duas vezes no Novo Testamento (1 Co 11.20; Ap 1.10), deu origem à palavra Church - "igreja", em inglês (também Kirche, em alemão, e kirk, na Escócia). No cristia­nismo primitivo, tinha o significado de lugar onde se reunia a ekklêsia, a Igreja. O local da assembleia,independente do seu uso ou ambiente, era considerado "santo" ou pertencen­te ao Senhor, porque o povo de Deus se reunia ali para adorá-lo e servi-lo.

3. O USO DO TERMO IGREJA HOJE

Hoje, "igreja" comporta vários significados. Refere-se frequentemente ao prédio onde os crentes se reúnem (por exemplo: "Estamos indo à igreja"). Pode indicar a nossa comunhão local ou denominação ("Minha igreja ensina o batismo por imersão") ou um grupo religioso regional ou nacional ("a igreja da Inglaterra").

A palavra é empregada frequentemente com referência a todos os crentes nascidos de novo, independentemente de suas diferenças geográficas e culturais ("a Igreja do Senhor Jesus Cristo"). Mas seja como for, o significado bíblico de "igreja" refere-se primaria­mente não às instituições e culturas, mas sim às pessoas reconciliadas com Deus mediante a obra salvífica de Cristo e que agora pertencem a Ele.

4. A IGREJA (EKKLESIA) DE DEUS É UM POVO TIRADO DO MUNDO

O mais importante na estrutura da Igreja e que lhe dá a razão de ser e de existir, é que ela seja realmente constituída de um povo que, de acordo com as palavras de Jesus, tenha sido tirado do mundo (Jo 15.19). Essa realidade é evidenciada, de modo claro, pela própria palavra que o Novo Testamento usa, em sua língua original (grego), para "igreja" — ekklêsia.

Essa palavra é composta de duas outras: ek e klesis. Ek significa "para fora", eklesis, "chamado". Ekklêsia é usada no Novo Testamento 115 vezes e aparece em três significações distintas, porém sempre tratando de algo que é chamado para fora.

• É usada três vezes para expressar uma assembleia de comunidade grega, tanto legal (At 19.39) como ilegal (At 19.32,40). Na acepção legal, os componentes da referida câmara eram chamados do convívio da família e da sociedade para constituírem aquela assembleia.

• É usada duas vezes para designar o Israel de Deus no Antigo Testamento (At 7.38; Hb 2.12), exprimindo, assim, como Deus chamou a Israel dentre os povos para ser um povo seu (Dt 7.6-8).

• É usada 110 vezes para designar a Igreja do Deus vivo e revela grandes e importantes verdades sobre essa organização, como um povo "chamado para fora": Klesis, com relação à Igreja, nos faz pensar na chamada de Jesus aos pecadores perdidos (Mt 9.13; Lc 19.10).

Deus chama por sua soberana vocação (Fp 3.14), para comunhão com o seu Filho Jesus Cristo (1 Co 1.9). Ek evidencia que por essa chamada fomos tirados das trevas (Cl 1.13), do mundo (Jo 15.19) e dessa geração perversa (At 2.40).

A finalidade dessa "chamada para fora" é que sejamos o povo de Deus (2 Co 6.14-18), um povo seu, especial, zeloso de boas obras (Tt 2.14), uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo adquirido (1 Pe 2.9).

• Convém salientar que é somente quando a igreja realmente é constituída de "um povo tirado para fora" é que tem o direito de ser chamada "igreja", no sentido neotestamentário.

5. JESUS É O CENTRO ABSOLUTO DA IGREJA

Outra coisa importantíssima relacionada à estrutura da igreja é que Jesus deve ser o seu centro absoluto. Essa realidade temos expressado em João 1.3, onde está escrito: "Sem ele nada do que foi feito se fez". Foi Jesus quem comprou a Igreja com o seu sangue (At 20.28) e morreu para ser o seu Senhor (Rm 14.9).

Deus determinou: "Ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência" (Cl 1.18). A Bíblia usa vários símbolos que apontam de modo claro o lugar que Jesus tem e deve ter na igreja. Jesus ressuscitado é o mais importante credo da Igreja. É isso que a distingue de qualquer outro tipo de sociedade ou religião.

6. A IGREJA COMO O CORPO DE CRISTO

A Igreja como o Corpo de Cristo (Ef 5.22,23) é um organismo vivo formado por aqueles que pela salvação receberam uma nova vida através de Jesus (Ef 2.1,5), aquEle que vive em nós (Gl 2.20). É um corpo cuja cabeça é o próprio Cristo (Ef 1.22,23) que é o Salvador desse mesmo corpo (Ef 5.23). Como um corpo não pode existir sem cabeça, assim também a Igreja não tem nenhuma condição de subsistir sem Cristo, a sua cabeça.

7. A IGREJA COMO UM TEMPLO

A Igreja como um templo (1 Co 3.16) constitui um símbolo que apresenta os crentes como "pedras vivas" (1 Pe 2.4,5), que são edificados sobre o verdadeiro fundamento que é Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16.18). Ele é a pedra (At 4.11; 1 Pe 2.4) sobre a qual todos os membros da Igreja, individualmente, estão fundados e sobre edificados (Cl 2.7; Ef 2.20), gozando da firmeza e da segurança que uma rocha proporciona (1 Pe 2.6,7) aos que sobre ela se edificam (Mt 7.24). Esse fundamento não pode ser substituído por outro (1 Co 3.11), pois quem trocaria um fundamento na rocha por outro na areia? Todos sabemos que uma casa edificada sobre a areia desmorona... (Mt 7.26,27).

8.  A IGREJA COMO UM REBANHO

A Igreja como um rebanho (At 20.28) é um símbolo que aponta para a necessidade da atuação de Jesus como "o bom Pastor" (Jo 10.11), como "o Sumo Pastor" (1 Pe 5.4), o "grande Pastor das ovelhas" (Hb 13.20), que ajunta as suas ovelhas dispersas e as conduz ao rebanho (Jo 10.16).

Sem pastor, as ovelhas se espalham e se dispersam (Mt 9.36). Embora Jesus tenha muitos servos escolhidos para cooperarem com o Bom Pastor no apascentamento das ovelhas (1 Pe 5.1-3), somente Ele continua sendo a única força unificadora da igreja — o rebanho do Senhor.

9. A IGREJA COMO UM CASTIÇAL

A Igreja como um castiçal é um símbolo que o próprio Jesus usou (Ap 2.1). O castiçal usado no tabernáculo era uma coluna com pedestal e uma lâmpada central, de onde saíam seis braços laterais (três de cada lado) com uma lâmpada em cada braço. A coluna com pedestal simboliza Jesus. Ele mesmo disse: "Eu sou a luz do mundo" (Jo 8,12).

Os braços que saem dos lados da coluna representam os crentes, os quais são ligados em Jesus como as varas na videira (Jo 15.1-15). Os "braços" têm em Jesus o seu fundamento (1 Co 3.11). Por estar ligado a Jesus, cada crente se torna uma luz no mundo (Mt 5.14; Fp 2.15). Esse símbolo evidencia que sem Jesus não há nem castiçal nem brilho!

10. CADA MEMBRO CONSTITUI UMA PARTE RESPONSÁVEL NA IGREJA

Quando Deus projetou a Igreja, determinou que cada crente possuísse uma responsabilidade pessoal e definida na execução da grande obra que a ela foi confiada. Ou seja, uma realidade que fica evidenciada de uma maneira prática quando observamos que Deus deu a cada membro da Igreja uma missão específica e definida. O apóstolo Paulo explica isso de modo detalhado em 1 Coríntios 12.12-31. Nenhum membro do corpo é sem importância, antes todos têm responsabilidade na execução daquilo que cabe ao corpo fazer. A Bíblia fala, nesse sentido, da "justa operação de cada parte" (Ef 4.16).

A Bíblia diz que Deus entregou talentos a cada crente (Mt 25.14-30; Lc 19.13) e manda que "cada um administre aos outros o dom como o recebeu" (1 Pe 4.10) conforme o plano de Deus.

Cada membro está investido de responsabilidade pessoal para tomar parte nas atividades da igreja. Como cada braço do castiçal possuía uma lâmpada, assim também cada crente é uma luz no mundo (Mt 5.14). A palavra profética diz que Deus deu a cada um uma obra para fazer (Mc 13.34).

Convém observar que foi porque esse plano de Deus funcionava plenamente na Igreja Primitiva que ela se tornou tão poderosa na evangelização e sua mensagem se expandiu velozmente. Todos os membros, naquele tempo, tomavam parte ativa nos trabalhos da comunidade. Vejamos o exemplo em Jerusalém (At 8.1-3; 11.19,20), em Filipos (Fp 1.5) e em Tessalônica (1 Ts 1.6-9).


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Lição 13 – A vigilância conserva pura a Igreja

Fonte: Lições Bíblicas do 3° trimestre de 2020 - CPAD | Classe: Jovens/Adultos | Comentarista: Eurico Bergstén

Texto Áureo

“E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai.” (Mc 13.37).

VERDADE PRÁTICA

Através da vigilância, a Igreja se manterá pura e não se afastará do modelo traçado por Cristo, rejeitando assim as inovações e o mundanismo dos nossos dias.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Ef 4.1-16

O padrão divino para a Igreja

Terça - Mc 16.17-20; At 19.11

Numa igreja pura Deus opera maravilhas

Quarta - 1 Tm 3.14-16

A Igreja é a coluna da verdade

Quinta - Ef 2.19-22

A Igreja é a família de Deus

Sexta - Ef 1.17-23; 5.23

Cristo, a cabeça da Igreja

Sábado - SI 90.17; At 9.31

Deus confirma o trabalho da Igreja

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 25.1-13

1 - Então, o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.

2 - E cinco delas eram prudentes, e cinco, loucas.

3 - As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.

4 -Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.

5 - E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram. 

6 - Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro!

7 -Então, todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lâmpadas. 

8 - E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.

9 - Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós. 

10 - E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.

11 - E, depois, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 

12 - E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. 

13 - Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.

HINOS SUGERIDOS: 17, 88, 140 da Harpa Cristã


OBJETIVO GERAL

Sinalizar a necessidade de o aluno cultivar uma vida de oração e de vigilância.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

👉 Apontar o sentido da expressão "à meia-noite";

👉 Revelar que "à meia-noite" é o início de um novo dia;

👉 Expor que "à meia-noite" é a hora das trevas;

👉 Destacar que "à meia-noite" marca a vinda do noivo;

👉 Ressaltar o clamor da "meia-noite" como um brado de alerta.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Vigilância remonta a uma atenção objetiva para consigo mesmo diante de Deus, uma consciência de passar em revista o nosso coração diante do Pai. Esse exercício requer pureza interior, honestidade para consigo mesmo. Só consegue fazer isso quem compreendeu profundamente as implicações do Evangelho na vida presente e na do porvir. Assim, à luz da pessoa bendita de Jesus Cristo, somos estimulados a vigiar em todo tempo. O nosso Senhor nos disse que deveríamos ficar despertados para compreender os tempos em que vivemos e conservar a fé até que Ele venha buscar a sua noiva. Sejamos, pois, vigilantes!


INTRODUÇÃO

Chegamos à última lição deste trimestre. Mais uma vez o Espírito Santo quer nos despertar dizendo que o tempo se abrevia (1 Co 7.29). Meditemos hoje na parábola de Jesus, escrita em Mateus  25.1-11, onde encontramos 10 virgens que ouviram o clamor da meia-noite (v.6) mas apenas cinco delas estavam preparadas para ele. Deus nos abra os corações para compreendermos a sua Palavra, pois temos a necessidade de estar devidamente preparados! Amém

 

PONTO CENTRAL

É preciso vigilância para conservar a pureza da Igreja.

 

I – MEIA-NOITE: O DIA QUE JÁ PASSOU

À meia-noite (exatamente às 24 horas, o dia terminou definitivamente. Tudo o que nele aconteceu pertence ao passado, ao dia de ontem. Este é o sentido da expressão à “meia-noite”. Ela nos fala de um dia, de um período de tempo que terminou. Do ponto de vista bíblico, o período de tempo (“o dia”) que está para terminar é a dispensação da Igreja (Rm 11.25; Lc 21.24), e no momento em que Jesus arrebatar a sua Igreja fiel, este período haverá terminado definitivamente. Vivemos, portanto, os últimos momentos da Igreja aqui na terra.

 

A Bíblia diz que somos o sustentáculo da verdade (1 Tm 3.15). Que grande é a nossa responsabilidade! Por isso Jesus mandou que trabalhemos enquanto é dia (Jo 9.4), pois a NOITE há de vir, e então não será possível fazer mais nada!

 

SÍNTESE DO TÓPICO I

À meia-noite o dia findou, tudo o que aconteceu pertence ao passado, ao ontem.

 

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Esta lição deve reproduzir um apelo prático para a vida espiritual dos alunos. Por isso, ao introduzir esta lição, mencione o quanto que o Novo Testamento é mencionado ao lado da vigilância espiritual. A razão para isso é que a vigilância necessária não é uma questão meramente humana, mas espiritual. Necessitamos da graça de Deus, da orientação do Espírito Santo e de sua parceria para resistir a tudo o quanto pretende nos tirar do alvo, da meta do Reino de Deus. É preciso cultivar uma vida de oração e de vigilância.

 

II – MEIA-NOITE: INÍCIO DE UM NOVO DIA

Este fato diz respeito ao mundo inteiro. Aproxima-se o momento exato, a meia-noite, quando um novo dia vai raiar. Que dia será esse? O atalaia responde: – “Vem a manhã e vem também a noite” (Is 21.11,12).

 

1. A manhã começará.

Um novo dia, o dia da eternidade, cujo início se dará quando Jesus chamar para si aqueles que lavaram suas vestiduras em seu precioso sangue. Esse é o dia de Jesus Cristo (1 Co 1.8; 2 Co 1.14; Fp 1.6,10; 2.16). Naquele momento, melhor do que nunca, Jesus verá o fruto do seu trabalho e de seu sofrimento (Is 53.11). Os que são do Senhor ressuscitarão e serão transformados, os vivos (1 Co 15.23), e Jesus levará a sua Noiva para a sala das bodas, onde a Igreja e o Cordeiro se unirão para todo o sempre (2 Co 11.2; Ap 19.9; 21.9). Desde já oremos e digamos: “Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).

 

2. A noite vem.

Quando Jesus levar a Noiva, começará também o “dia da ira do Cordeiro”, para o mundo que rejeitou a Jesus (Ap 6.16,17). O grande lagar da ira de Deus será pisado sem misericórdia (Ap 14.9; 15.7; 16.19; 19.15). As trevas dominarão a terra (Is 8.21,22). Para os homens que não houverem dado crédito às palavras de Deus começará o dia da vingança, e a ira de Deus será executada repentinamente, assim como foi nos dias de Noé (Gn 7.11,12; Mt 24.39).

 

SÍNTESE DO TÓPICO II

À meia-noite é o anúncio de um novo dia, mas também a chegada da noite também.

 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O cumprimento dessa profecia [Mt 24.15, ‘abominação da desolação de que falou o profeta Daniel’] ocorreu em dezembro 167 a.C., quando Antíoco Epifânio colocou um símbolo cultual pagão no altar dos holocaustos, e dedicou o templo de Jerusalém ao deus grego, Zeus. Mas tanto Daniel quanto Jesus viram um cumprimento mais importante. Daniel 12.1 dá um pulo para a frente, para o tempo da Grande Tribulação, e a identifica como ‘um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo’. Jesus também identificou aquele tempo como a ‘grande aflição’ (Mt 24.21). No mundo presente, muitos crentes já estão sofrendo aflição, mas a Grande Tribulação será marcada pela ira de Deus mais do que qualquer coisa que o mundo já tem conhecido, conforme indica Apocalipse 6–18. Naquele período, também surgirá um ditador mundial, o Anticristo” (HORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.633,34).

 

III – AS ARMAS ESPIRITUAIS INDISPENSÁVEIS AO CRENTE

Para o povo de Deus, familiarizado com as Escrituras, nada parece estranho nem admirável, quando vemos trevas, angústias e dificuldades, pois sabemos, pela Bíblia, que estas coisas anunciam a vinda iminente de Jesus. O “lugar escuro” em que vivemos (2 Pe 1.18), parece iluminado pelas promessas gloriosas da Palavra de Deus. As nossas almas se consolam com as profecias, pois quanto mais escura a noite, mais perto estamos da vinda de Jesus.

 

1. A natureza sente as trevas.

Quando Jesus morreu, o Sol deixou de brilhar e houve trevas na terra (Mt 27.45). Hoje, toda a natureza geme, pelas coisas que hão de sobrevir à terra (Rm 8.22,23). Por isso há terremotos, peste, fome, catástrofes de toda a ordem: A Bíblia já previu tudo isto (Lc 21.11,25).

 

2. Os homens sentem as trevas.

A Bíblia fala de tempos difíceis, quando o homem, em particular, será atormentado por tentações de toda espécie (1 Tm 4.18; 2 Tm 3.1-4). As perseguições à Igreja, o ódio aos crentes e a corrupção moral, provam que já anoiteceu há muito tempo (Lc 17.28; 21.12,16,17).

 

3. As nações estão em trevas.

Há guerras e rumores de guerras (Lc 21.9; Mt 24.6). O perigo de guerras nucleares, biológicas e químicas constituem uma sombra ameaçadora, que paira sobre todo o mundo (Lc 21.25,26). O mundo já se preparou para a maior catástrofe todos os tempos, a Grande Tribulação (Mt 24.21), e não há lugar para recuo. As trevas da meia-noite já chegaram.

 

SÍNTESE DO TÓPICO III

A expressão “meia-noite” denota que a natureza sente as trevas e que as nações estão em trevas.

 

IV – MEIA-NOITE A VINDA DO NOIVO

 

Durante milênios, os salvos cantaram e falaram da segunda vinda de Jesus, muitos crentes, que esperavam aquele dia, dormiram no Senhor, guardando a fé; e os que hoje vivem, esperam ansiosos a segunda vinda de Jesus! Mas, a partir da “meia-noite”, ninguém mais dirá que “Jesus virá”. Pelo contrário: À meia-noite ouvir-se-á o clamor de júbilo incontido que encherá terra e o céu: será a Noiva exclamando: “CHEGOU O NOIVO”!!! Em Mateus 25.10 está escrito: “Chegou o esposo”. Naquele glorioso momento, o poder do Espírito Santo operará milagres (Rm 8.11; Fp 3.21), pois os que morreram em Cristo ressuscitarão com corpos gloriosos, e os que estiverem vivos serão transformados, e todos juntos serão arrebatados ao encontro com o Senhor nos ares (1 Ts 4.11-18; 1 Co 15.51-54). Seremos arrebatados ao céu, para não sofrermos a dor e a desgraça que atingirá o mundo todo. Iremos entrar nas moradas que Jesus foi nos preparar, e para as quais fomos comprados com o seu precioso sangue (Ap 7.14).

SÍNTESE DO TÓPICO IV

A expressão “meia-noite” denota a vinda infalível do Noivo.

 

V – O CLAMOR DA MEIA-NOITE, UM BRADO DE ALERTA

“Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo”! (Mt 25.6). É este o clamor que ouvimos em nossos dias. Meu irmão, você está ouvindo já este clamor? Está escutando como o Espírito Santo diz ao mundo e aos salvos que Jesus vem breve? Está atento aos sinais dos tempos? Está atento ao cumprimento das profecias? (Lc 21.28,29; 1 Pe 1.19). Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz à Igreja (Ap 2.7). Mas aqueles que já ouviram a voz do Espírito Santo devem divulgar as Palavras eternas do evangelho, enquanto houver tempo! Fomos chamados por Deus para sermos atalaias, e nossa função é despertar o povo! (Ez 3.17-21; Hc 2.1-3). Temos que anunciar aos homens que Jesus vem breve. Obreiros e crentes em geral: não nos cansemos de anunciar a volta de Jesus! Não é bastante que uma vez tenhamos sido feitos filhos da luz, e vestidos de vestes nupciais. Precisamos vigiar e permanecer prontos para a vinda do Senhor. Por isso diz a Bíblia: “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3.11). Os membros da igreja de Filadélfia eram agradáveis a Deus, mas precisavam “guardar” o que haviam recebido do Senhor, para não serem roubados. É isso que a Palavra de Deus nos ensina, com a ordem “Vigiai” (Mc 13.36,37).

 

1. O sono espiritual é um sinal dos últimos tempos.

O sono pode ser causado, primeiramente, pela desobediência como aconteceu a Jonas (Jn 1.6). Quando obedecemos a Deus, somos revestidos do poder do Espírito Santo (At 5.32), para não adormecermos. Também a preguiça causa sono (Pv 24.30-33). Quando Davi ficou em casa, desocupado, enquanto o seu exército combatia, caiu em tentação (2 Sm 11.1.2). Por isso é uma bênção para o crente estar muito ocupado na igreja do Senhor, servindo-o ali! Esgotamento espiritual, por falta de renovação, também pode causar sono. Está escrito que Abraão teve que lutar contra o sono ao pé do altar (Gn15.12). Precisamos do poder de Deus, para ficarmos fortes e resistir a tudo, inclusive ao sono.

 

2. Seremos guardados vigilantes, se usarmos os meios que Deus põe à nossa disposição.

Ele nos desperta pela sua Palavra. Jesus despertou seus discípulos, falando-lhes (Mt 26.45,46). Como é preciosa a Palavra de Deus! Quem a estuda com atenção, encontra sempre incentivo e despertamento. Aleluia! O Espírito Santo nos conserva vigilantes e acordados. Ele é como o óleo na lâmpada (Mt 25.1-8). Vive, pois, uma vida, onde há inteira liberdade para o Espírito de Deus operar (2 Co 3.17), e isto o conservará preparado para o encontro com o Senhor.

 

A oração é outro fator de importância, para o qual Jesus chama a nossa atenção. Disse Ele: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41; Mc 13.33). E acrescentou: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca”, significando que, se os discípulos orassem, o Espírito prevaleceria sobre a carne. Por que a oração é um recurso tão importante para nos manter vigilantes? Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com Deus. Então ficamos fortes e felizes! Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com Deus. O rosto de Moisés resplandecia quando tinha estado com Deus, no monte (Êx 34.29) Semelhantemente, também, Estêvão (At 6.15).

 

A oração é uma arma eficaz contra Satanás (Ef 6.18). Quando combatemos e prevalecemos contra o nosso inimigo, permanecemos vigilantes. A oração é, finalmente, o meio pelo qual recebemos as bênçãos de Deus. A oração nos enche de sua graça, e nos faz prontos para o grande culto nas nuvens. Que Deus nos guarde, a todos, vigilantes, a fim de podermos ver, um dia, a glória de Deus! Estejamos atentos à nossa conduta, sempre buscando a santificação e purificação, para que não apareça alguma mancha em nossos vestidos, porque “qualquer que nEle tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (1 Jo 3.3). Assim estaremos sempre preparados, e um dia o veremos tal como Ele é (1Jo 3.2).

 

SÍNTESE DO TÓPICO V

Se estivermos vigilantes seremos guardados do sono espiritual e discerniremos os dias.

 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

A Bíblia indica dois aspectos da Segunda Vinda de Cristo. Por um lado, Ele virá como o Preservador, Libertador ou Protetor ‘da ira vindoura’ (1 Ts 1.10). ‘Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira’ (Rm 5.9). Devemos manter-nos espiritualmente vigilantes, viver a vida sóbria, equilibrada com domínio próprio, e usar a armadura do Evangelho: a fé, o amor e a esperança da salvação, ‘porque Deus não destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros” (HORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.632).

 

CONCLUSÃO

Quando o clamor da meia-noite for ouvido, diz a Bíblia que o seu sentido é o seguinte: SAÍ-LHE AO ENCONTRO! É precisamente isto que o Espírito Santo quer dizer atualmente: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus” (Am 4.12). E nós devemos estar prontos a responder: “Já a sua Noiva se aprontou” (Ap 19.7,8). Lemos em Mateus 25.7 que, ao ouvir o clamor da meia-noite, as virgens começaram a preparar as suas lâmpadas. Meu irmão, a tua lâmpada está preparada hoje? Que Deus permita que nas nossas lâmpadas, nas nossas vidas, se cumpram as palavras de Lucas 12.35,36: “Estejam cingidos os vossos lombos, e acesas, as vossas candeias. 36 E sede vós semelhantes aos homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, LOGO possam abrir-lhe” (Grifo nosso). O Espírito Santo nos está despertando hoje para que estejamos nesta condição. Estejamos atentos e sensíveis a sua voz. Amém.

 

PARA REFLETIR

A respeito de “A Vigilância Conserva Pura a Igreja”, responda:

 

• Segundo 1 Timóteo 3.15, o que somos?

Sustentáculos da verdade.

• Por que devemos trabalhar enquanto é dia?

Porque a noite vem, quando ninguém mais poderá trabalhar.

• De acordo com a lição, o que representa a meia-noite para a Igreja?

O início de um novo dia.

• O que nos assinala o sono espiritual?

Os últimos tempos.

• Como as virgens prudentes esperaram o noivo?

Com as lâmpadas cheias de azeite.


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