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“Como a maioria dos maçons nunca ultrapassa o terceiro grau da loja azul, a maioria deles nunca descobre no que estão envolvidos”. “E nunca vão descobrir o que é maçonaria”. Anão ser que tentem entrar nos graus mais altos do Rito Escocês. 
De fatos eles não são só ignorantes, são também enganados deliberadamente pelos seus superiores na loja (Mike Mandel, ex-bruxo e pesquisador da maçonaria).
A grande autoridade maçônica do Rito Escocês Albert Pike, deixa claro que os maçons são realmente enganados. Assim disse ele: “Os níveis azuis não mais do que a parte de fora do templo”. Parte dos símbolos é exposta ali para os iniciantes. É intencional que eles não os entendam. Mas é intencional que eles pensem que os entenderam (Morals e Dogma, pág. 819).

I - Conhecendo a maçonaria

1. Início da maçonaria
A maçonaria modernacomeçou na Inglaterra, em 24 de julho de 1717. Ocasião em que às quatro lojas de Londres se coligaram e fundaram a Grande Loja de Londres e com elas a maçonaria organizada, como Maçonaria Especulativa (simbólica) ou Franco-Maçonaria.

a) A origem da franco-maçonaria

A maçonaria tem sua origem em lendas e na crença de uma deusa que é mãe do falso deus Osíres.
Isto é revelado pelo clássico da maçonaria chamado “Simbólica Maçônica” de Jules Boucher.
O referido livro diz:
“Os Franco-Maçons são filhos de Ísis, mãe de Osíres, o deus invisível”.
Falado ainda da origem da maçonaria este livro continua:
“Eles são filhos do mundo das trevas, mas, no seio do mundo, manifestam-se como os filhos da luz” (Pág.298).

2. A base da maçonaria

A base da maçonaria, por onde todos os maçons tem que passar, é a loja azul. A loja azul são os três primeiros graus da maçonaria.

O SIGNIFICADO DO TERMO AZUL NA LOJA AZUL
A tradição é que as associações antigas de pedreiros reuniam-se secretamente em colinas, sob “a abóbada estrelada dos Céus”, e, por isso, muitas Lojas Azuis têm tetos azuis (alguns deles pontilhados de estrelas); algumas lojas têm até mesmo portas azuis.
Outra razão para o simbolismo do “céu azul” é o fato de que a astrologia é muito importante para a filosofia maçônica.

Os três primeiros graus da Loja Azul. Vejamos:
  1°) Grau - é chamado de aprendiz;
  2°) Grau - é o companheiro;
  3°) Grau - é o mestre maçom Maçom.

“Os Graus Azuis são apenas o pórtico [a entrada] ao Templo. Parte dos símbolos está colocada ali para o iniciado, mas ele é intencionalmente enganado por falsas interpretações. Não se pretende fazer com que ele venha entendê-los; o que se pretende é que ele imagine que os entende... a sua verdadeira explicação [entendimento] está reservada aos Adeptos, os Príncipes da Maçonaria” (Albert Pike, Morais and Dogma. 30° Grau, pág. 819).

É considerado maçom todo aquele que passar pelos três primeiros graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre. A maioria dos maçons nunca vai além do terceiro grau. Mas existem outros ritos além da loja azul.

3. Os Ritos da Maçonaria

Os dois ritos mais conhecidos são o Rito Escocês e o Rito de York.

 1 - O Rito de York - O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Praticado pelos maçons da cidade inglesa de York, após 1816 passou a chamar-se Rito de Emulação (Emulation Ritual).

O Rito de York foi fundado no ano de 1799, tendo como organizador e fundador principal Thomas Smith Webb.
É justamente este, que deu a estrutura e doutrina filosófica com os seus respectivos procedimentos gerais ao sistema maçônico que pode ser identificado pelo nome genérico de "Rito Americano" ou "Rito de York".

As Lojas Simbólicas, também chamadas de "Lojas Azuis" (Blue Lodges) que são os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom. Esses formam a base de ingresso na Maçonaria.
Os Graus Capitulares, conhecidos como Maçonaria do Real Arco.
Os Capitulares conferem 4 graus: Mestre de Marca, Past Master (virtual), Mui Excelente Mestre e Maçom do Real Arco;
O Conselho Críptico ou Conselho de Mestres Reais e Eleitos conferem os graus de Mestre Real, Mestre Eleito e Super Excelente Mestre; Comanderia Templária, ou Ordem dos Cavaleiros Templários.

A Comanderia confere Ordens, ao invés dos usuais graus e essas Ordens são: Ordem da Cruz Vermelha, Ordem de Malta e Ordem do Templo.

2 - O Rito escocês - A Maçonaria do Rito Escocês tem 32 graus, desde Aprendiz ao Grau do Sublime Príncipe do Real Segredo. O Grau 33 é honorário ([1]). A maioria dos maçons que decidem ir além da Loja Azul, entra no Rito Escocês.

Os graus do Rito Escocês estão divididos em 4 séries:
Graus simbólicos 1° ao 3°;
Graus capitulares 4° ao 18°;
Graus filosóficos 19° ao 30°; e os
Graus superiores 31° até o Grau 33.

3- O Rito Egípcio ou de Misraim - Tem 90 graus.
Os dois ritos mais conhecidos são o Rito Escocês e o Rito de York.
a) Divisões dos 33 graus:
 * Loja Azul:  1° ao 3°
 * Graus capitulares: 4° ao 18°
 * Graus Filosóficos: 19° ao 30°
 * Graus Superiores: 31° ao 33°
"Os 33 graus da maçonaria (segundo o Rito Escocês, o mesmo que domina a maçonaria inglesa, francesa e latino-americana, aonde está incluída a brasileira) são:
1. Aprendiz
2. Companheiro
3. Mestre
4. Mestre Secreto
5. Mestre Perfeito
6. Secretário Íntimo
7. Intendente Dos Edifícios
8. Mestre Em Israel
9. Eleito Dos Nove
10. Ilustre Eleito Dos Quinze
11. Sublime Cavalheiro Eleito
12. Grão Mestre Arquiteto
13. Real Arco
14. Grande Eleito
15. Cavaleiro Do Oriente
16. Grande Conselheiro (Príncipe De Jerusalém)
17. Cavalheiro Do Oriente e Do Ocidente
18. Soberano Príncipe Rosa-Cruz
19. Grande Pontífice
20. Venerável Grão Mestre (Soberano na Maçonaria)
21. Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
22. Cavaleiro Real Machado ou Príncipe Do Líbano
23. Chefe Do Tabernáculo
24. Príncipe Trabalho
25. Cavaleiro Da Serpente De Bronze
26. Escocês Trinitário ou Príncipe De Mercy
27. Grande Comendador Do Templo
28. Cavaleiro Do Sol ou Sublime Eleito Da Verdade
29. Grande Escocês De Santo André Da Escócia, ou Grão Mestre Da Luz
30. Grande Inquisitor, Cavaleiro Kadosh ou Cavaleiro Da Águia Branca E Negra
31. Grande Juiz Comendador ou Inspetor Comendador
32. Sublime Príncipe Do Real Segredo
33. Soberano Grande Inspetor-Geral"


II - A religião chamada de maçonaria

1. Definido religião
O Aurélio assim define "religião":
1. Crença na existência de uma força ou forças sobrenaturais, considerada(s) como criadora(s) do Universo, e que como tal deve (m) ser adorada(s) e obedecida(s).
2. A manifestação de tal crença por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem, em geral, preceitos éticos [etc.].
Será que a maçonaria crê num ser divino? A resposta é um enfático SIM!
Um dos padrões para a admissão na maçonaria é a crença num ser supremo. Isso consta no Ritual Monitor.
No primeiro grau (aprendiz), o candidato mal acaba de entrar pela porta da Loja para ser iniciado e é sumariamente desafiado com a questão: "Em quem depositais a vossa confiança?" Sua resposta deve ser: "Em Deus." De outra forma não lhe é permitido continuar com o ritual de iniciação. A maçonaria é altamente ritualizada, muito mais que a maioria das igrejas cristãs. As cerimônias da Loja estão repletas de orações, ritos funerais e iniciações.

Será que a maçonaria tem um sistema de crença, conduta ou filosofia?
É óbvio, conforme evidenciam os ritos, a caridade da fraternidade e os volumes de literatura. Normas solenes de comportamento são requeridas de todo maçom, especialmente do que atingiu o Terceiro Grau, o de Mestre Maçom.

2. Definição de Maçonaria

O pesquisador Tom C. MeKenney, destaca que “a maçonaria, de acordo com a Encyclopaedia. Britannica, é a maior sociedade secreta do mundo. Trata-se de uma ordem fraterna, para homens brancos “nascidos livres”, “sem defeitos” (que não sejam cegos, surdos ou aleijados), com idade igual ou superior a 21 anos, que prende seus iniciados uns aos outros e à instituição para a vida toda, por meio de juramentos de morte”.

O nome "maçonaria" provém do francês maçonnerie, que significa "construção", "alvenaria", "pedreira". O termo maçom (ou maçon.) provém do inglês mason e do francês maçon, que quer dizer 'pedreiro', e do alemão metz, 'cortador de pedra'.

O termo maçom, portanto, é um aportuguesamento do francês; maçonaria por extensão significa associação de pedreiros.

A Maçonaria é uma sociedade secreta e ritualística, incluindo em sua filosofia a auto salvação do homem.  Ainda que não seja uma igreja como conhecemos, constitui-se num movimento religioso e sincretista.

3. Provas práticas de que a maçonaria é uma religião

“A religião da maçonaria é puro teísmo, em que os seus diferentes membros enxertam suas próprias opiniões peculiares; eles, porém, não têm a permissão de introduzi-las na loja...” (Albert Mackey, Lexicon of Freemasonry, Religion).
Através de Albert Pike, veremos provas práticas sobre o caráter religioso da maçonaria. Pike (1809-1891) é seguramente a figura mais relevante da Maçonaria americana. Seus muitos títulos renomados incluem "Soberano Grande Comandante do Conselho Supremo do Trigésimo Terceiro Grau (Conselho Mãe do Mundo)" e "Sumo Pontífice da Maçonaria Universal".

Ele foi um erudito, um estudioso de línguas antigas, um filósofo oculto e reescreveu completamente os graus do Rito Escocês em sua forma atual. Sua posição na Maçonaria foi e é, até hoje, incomparável, não apenas nos Estados Unidos, mas também em todo o mundo.
A maçonaria nas palavras de Albert Pike:

“Toda loja maçônica é um templo religioso e seus ensinos são instruções religiosas”.
“É a religião universal, eterna, imutável”.

Provavelmente o principal historiador e erudito da franco - maçonaria nos tempos modernos foi Albert Mackey, 33° grau. Ele declarou: "A religião da franco-maçonaria não é cristianismo.

A obra maçônica Mackey's Revised Encyclopedia os Freemansonry (Enciclopédia Revisada da Franco Maçonaria de Mackey) diz: "A Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa... e quem pode negar que a Maçonaria é uma instituição eminentemente religiosa?". Essa declaração é de uma autoridade maçónica de reputação internacional, não é uma afirmação nossa.

De acordo com o escritor Albert G. Mackey, a maçonaria tem antigos Landmarks (doutrinas), cerimônias, símbolos e alegorias, tudo focalizando verdadeiros ensinos religiosos. Igualmente, a maçonaria tem templos (chamados de lojas) com seu grão-mestre {presidente da loja}, tem membros, têm ofícios sacramentais, cerimônias fúnebres e tem reuniões. Isso tudo é mais uma prova de que a maçonaria é mais uma religião.

O templo maçônico é um templo de bruxaria! Há pouca dúvida disso. Ocultas nos seus símbolos estão às deidades e até mesmo as ferramentas de trabalho da bruxaria!

A estrela flamígera no centro da Loja é o pentagrama dos bruxos, símbolo do deus do Satanismo, Set! A letra "G" representa a capacidade de gerar, a potência sexual.

O avental é um instrumento da magia cerimonial e um símbolo do sacerdócio de Lúcifer. Ele também funciona como uma paródia sacrílega do véu do Templo de Salomão, visto que vela o "Santo dos santos" – no caso, a região genital do maçom.

Se você se diz cristão e faz parte da maçonaria, você na verdade está em duas religiões. E lembre-se que não dar para servir a dois senhores.

Ou se é um verdadeiro cristão ou se é um verdadeiro maçom! E este último não tem compromisso com o Salvador Jesus Cristo, do qual a Santa Bíblia muito nos fala.

a) Vocabulário maçônico é de fato religioso

Encontramos no dicionário maçônico das palavras sagradas de passe, termos que são usadas em determinados rituais maçônicos, os quais são de fato palavras religiosas. O que constitui em mais uma prova de que a maçonaria trata-se de uma religião.
Entre essas palavras usadas em certos rituais maçônicos, cito aqui algumas palavras curiosas.
1) SYLPHES – Espírito do ar.
Os maçons que negam que a maçonaria não é uma religião deveriam responder a quem se refere este Espírito do ar?
2) TALLIUD – Anjo da água.
A quem se refere este anjo?
3) JSCH’GI – Minha Salvação.
Pergunto. Quem é o salvado da maçonaria em geral?
4) FURLAC – Anjo da terra.
Pergunto. Quem é este anjo da terra para a maçonaria em geral?

5) ARDAREL – Anjo do fogo.
Pergunto. A quem se refere este anjo do fogo?
Nota: As cinco palavras à cima foram transcritas do livro maçônico “a simbólica maçônica”, Manuel Maçonnique ou Tuileur, 1820.

b) A própria maçonaria prova que é uma religião
A maçonaria através do Grande Oriente do Rio Grande do Sul pretendia afastar a cobrança do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) pelo município de Porto Alegre.
No recurso extraordinário, a entidade maçônica sustentava que se enquadrava na previsão do artigo 150 da Constituição Federal, que veda a instituição de impostos sobre “templos de qualquer culto”.

ISTO SIGNIFICA QUE A MAÇONARIA ESTÁ QUERENDO ALGO QUE É APENAS DIRETO DAS RELIGIÕES.

Logo ela está comprovando que é uma religião, ainda que seus adeptos sejam instruídos a dizer é pensar que maçonaria não é religião, pois a IMUNIDADE TRIBUTARIA é dada aos templos de qualquer culto, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos.

O ministro Marco Aurélio sustentou haver propriedades que permitem atribuir à maçonaria traços religiosos:
“Em um conceito menos rígido de religião, se pode classificar a maçonaria como uma corrente religiosa, que congrega física e metafísica. São práticas ritualísticas, que somente podem ser adequadamente compreendidas em um conceito mais abrangente de religiosidade”.

Ainda segundo ele, há na maçonaria “uma profissão de fé em valores e princípios comuns, traços típicos de religiosidade”. E citou “uma entidade de caráter sobrenatural capaz de explicar fenômenos naturais, o ‘grande arquiteto do universo'”, que se aproximaria da figura de um deus.

Bem mesmo a maçonaria não conseguindo a imunidade tributária, com gostaria, fica algumas lições deixadas pela maçonaria.
1) A maçonaria diz que não é religião, mas na prática é uma religião tanto é que em 2010 entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que pretendia afastar a cobrança do Imposto.
2) Mesmo o STF não recolhendo oficialmente a maçonaria como religião, isto não significa que ela deixou de ser uma religião.
3) Um dos ministros do STF, Marco Aurélio, através de seu conhecimento de maçonaria, provou que a maçonaria é de fato uma religião. ([2])

4. As marcas de uma religião

Na obra The Encyclopedia of Philosophy ("Enciclopédia de Filosofia"), encontramos a descrição de nove marcas da religião:
(1) a crença num ser ou seres sobrenaturais;
(2) a distinção entre objetos sagrados e profanos;
(3) atos rituais orientados para esses objetos;
(4) um código moral com sanção divina;
(5) sentimentos religiosos despertados por objetos ou rituais sagrados e relacionados, em teoria, com um deus ou deuses;
(6) a oração;
(7) uma cosmovisão que engloba o lugar do indivíduo no mundo;
(8) a organização da vida ao redor dessa cosmovisão;
(9) um grupo social que é unificado pelas características acima.
Conforme Ankerberg e Weldon claramente documentam, a maçonaria caracteriza-se por cada uma dessas qualificações.

Rizzardo da Camino, no Dicionário Maçônico, declara abertamente:
“A Maçonaria é uma Religião, no sentido estrito do vocábulo, isto é, na 'Harmonização' da criatura ao Criador”.
A maçonaria além de ser mais uma falsa religião ela é exclusivista, Afirma Tom C. Mckenny:
A “luz” da maçonaria, os seus “segredos” e o seu caminho rumo à “perfeição” são apenas para a elite, ou seja, os poucos esclarecidos que são iniciados em seu conhecimento e sabedoria. Estão excluída as mulheres, os negros, os pobres (que não têm o dinheiro necessário a pagar), os aleijados, cegos e surdos que não podem fazer os sinais de reconhecimento (nem os vir ou os ouvir) e os que têm algum problema mental e que não conseguem receber os ensinamentos ou que não sejam confiáveis de que os protegerão. [3]

5. Por que insistem tanto em não ser religião?

Como religião seus membros seriam adeptos, o que seria uma religião secreta. Nesse caso as pessoas, principalmente aquelas que já pertencem a um segmento religioso, não se interessariam por iniciar-se na Maçonaria.
Não sendo religião obviamente não interfere na religião de ninguém que não seja cristão e afirma ainda que uma das razões de sua existência é ajudar diversas igrejas.
Com essa aparente neutralidade a Maçonaria consegue a simpatia de membros de diversos segmentos religiosos e até mesmo de alguns pastores evangélicos.
Muitos maçons continuam insistindo que a Maçonaria não é uma religião. No entanto, os próprios escritos deles contradizem essas afirmativas. Albert Pike, escreveu: "Toda loja é um templo de religião e seu ensino instrução em religião".

6. Objetivo da maçonaria

O seu objetivo é que, por meio de estudo e meditação, os mistérios sejam restaurados à sua antiga perfeição e que todos os homens se reúnam para adorar os deuses e as deusas da natureza em um único altar, o altar da maçonaria.
“Se [a maçonaria] não tem a pretensão de ser o cristianismo, nem combate credos ou doutrinas sectárias, mas espera a ocasião em que o esforço de nossos irmãos antigos será simbolizado pela edificação de um templo espiritual digno da civilização. Um templo em que haverá um único altar, e uma única adoração, um altar comum da maçonaria...”  [4]
A maçonaria tem tudo a ver com as religiões pagãs egípcias. Sem nenhuma exceção, os filósofos maçônicos e os autores da história maçônica associam a maçonaria diretamente com as religiões de mistério do Oriente, especialmente as de Isis e Osíris, no Egito. Concordando com Albert Pike e Joseph Fort Newton, duas das autoridades mais respeitadas da maçonaria, The Kentucky Monitor anuncia claramente:
“A maçonaria veio-nos dos Antigos Mistérios de Osíris e Isis, celebrados no Egito; devemos muito do nosso ritual a esses antigos sistemas, e a partir deles, e por meio deles, seguindo a fontes ainda mais antigas, encontramos grande parte da origem de nossa doutrina.”


Referência: ALVES, Jair. Maçonaria: Uma religião não cristã. 3° edição de 2019. PCA Edições


[1] No singular, é adjetivo e vem do latim "honorariu" que significa honra.
[2]Fonte: <http://graulivre.blogspot.com.br/2014/10/a-propria-maconaria-prova-que-e-uma.html > (Acesso em 31/01/2014)
[3] MCKENNEY, Tom C. 33 Graus de Decepção – A maçonaria exposta em sua essência. 1ª edição de 2018 – CPAD.
[4]Pirtle, The Kentucky Monitor, 95

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