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Lição 10 – Espírito Santo — O Capacitador - Escola Bíblica Dominical, 1° Trimestre 2026 – CPAD


Lições Bíblicas Adultos Professor 1º Trimestre 2026 CPAD - A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas - Comentarista: Douglas Baptista

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Lição 7 – A Obra do Filho - Escola Bíblica Dominical, 1° Trimestre 2026 – CPAD

Lições Bíblicas Adultos, 1º Trimestre 2026 CPAD

REVISTA: A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas

Comentarista: Douglas Baptista

Data da Aula: 15 de Fevereiro de 2026

TEXTO ÁUREO

“Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome.”(Fp 2.9)

VERDADE PRÁTICA

A humilhação voluntária de Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Rm 12.2

O cristão precisa viver na vontade de Deus

Terça - Jo 17.5

Jesus renunciou sua glória celestial

Quarta - Hb 12.2

Cristo está glorificado à direita do Pai

Quinta - Jo 19.30

Jesus completou a obra que o Pai lhe confiou

Sexta - Hb 1.3

Cristo é Rei e Sacerdote

Sábado - Hb 9.28

Cristo voltará glorioso para buscar sua Igreja


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Filipenses 2.5-11; Hebreus 9.24-28

 

Filipenses 2

5 -  De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

6 - que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.

7 - Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

8 - e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.

9 - Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome,

10 - para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

11 - e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.

 

Hebreus 9

24 -  Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer, por nós, perante a face de Deus;

25 - nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santuário com sangue alheio.

26 - Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas, agora, na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

27 - E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo,

28 - assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação.


HINOS SUGERIDOS: 39, 277, 491 da Harpa Cristã

  

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

A obra do Filho de Deus se revela em três dimensões: sua humilhação voluntária, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa. Nesta lição, veremos que Filipenses 2 e Hebreus 9 revelam que Jesus esvaziou-se de sua glória, ofereceu-se em sacrifício vicário e foi exaltado pelo Pai. Confirmaremos que essa obra é completa, suficiente e eterna, revelando que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.


2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição: I) Explicar a humilhação voluntária de Cristo e sua obediência até a cruz; II) Mostrar que a obra redentora do Filho é única, suficiente e vicária; III) Ressaltar a exaltação gloriosa de Cristo e sua soberania universal.

B) Motivação: Ao contemplarmos a trajetória de Cristo - da humilhação à exaltação -, entendemos que a salvação não vem de nossos méritos, mas da obediência perfeita do Filho. Sua cruz nos redime e sua exaltação garante nossa esperança. Essa verdade deve nos inspirar a viver em santidade, submissão e expectativa do seu retorno.

C) Sugestão de Método: Antes de iniciar a aula, escreva no quadro três palavras: Humilhação - Redenção - Exaltação. Divida a classe em três grupos e entregue a cada grupo um conjunto de versículos correspondentes (Fp 2.5-8; Hb 9.24-28; Fp 2.9-11). Peça que cada grupo leia e prepare uma explicação simples sobre como o texto se relaciona com sua palavra. Em seguida, cada grupo compartilha com a classe. Finalize mostrando que essas três dimensões formam a obra completa de Cristo.


3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: A obra do Filho é perfeita e suficiente. Ele se humilhou para nos salvar, ofereceu-se como sacrifício vicário para nos redimir e foi exaltado à destra do Pai, onde reina soberano. Diante disso, devemos viver em obediência, gratidão e esperança, aguardando com fidelidade o retorno triunfal de Cristo.


4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "A Glória Eterna e o Esvaziamento de Cristo", localizado depois do primeiro tópico, aprofunda o tema da humilhação voluntária do Filho de Deus; 2) O texto "O Sangue de Jesus Cristo", ao final do segundo tópico, aprofunda o tema da Obra Redentora do Filho, tendo no derramamento de sangue sua expressão máxima de salvação.


INTRODUÇÃO

Jesus Cristo é o Filho eterno de Deus, que assumiu a forma humana, viveu uma vida sem pecado, morreu em nosso lugar e ressuscitou vitoriosamente. Sua missão abrange não apenas o perdão dos pecados, mas a revelação do caráter do Pai e a restauração de toda a criação. Esta lição visa apresentar a profundidade da obra do Filho em três dimensões: sua humilhação, sua redenção e sua exaltação.


PALAVRA-CHAVE: Obra


I – A HUMILHAÇÃO  VOLUNTÁRIA DO FILHO

1. A submissão de Cristo.

Paulo exorta a igreja de Filipos à unidade e à humildade (Fp 2.1-4). O apóstolo adverte aqueles irmãos a terem a mente de Cristo: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5). O termo grego traduzido como “sentimento” é phroneō, que também pode significar “modo de pensar” e “disposição mental”. Dessa forma, os crentes devem assumir o mesmo modo de pensar e viver que foi demonstrado por Cristo (1 Jo 2.6). Refere-se a uma consciência moldada pela humildade, amor e obediência (Jo 13.15). Imitar a mente de Cristo significa renunciar ao egoísmo, buscar o bem do próximo e viver para a glória de Deus (Rm 12.2). Como cristãos, somos chamados não apenas a crer em Cristo, mas a pensar e agir como Ele (Mt 11.29).


2. O esvaziamento de sua glória.

O apóstolo recorda que Jesus, “sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2.6). Sendo Ele igualmente Deus, compartilhando da mesma natureza do Pai (Jo 1.1) — preferiu privar-se de seus direitos — não da sua divindade. Trata-se de um contraste com o primeiro Adão, que almejou ser “como Deus” (Gn 3.5), enquanto Cristo, o segundo Adão, sendo Deus, preocupou-se com o bem-estar dos outros (Fp 2.4b). Essa realidade é confirmada quando Jesus “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo” (Fp 2.7a), isto é, esvaziou-se voluntariamente (gr. kénosis), assumindo a natureza humana na forma de servo (Fp 2.7b; Hb 4.15). Isso não significa a perda de sua divindade, mas a renúncia da glória que Ele possuía na eternidade com o Pai (Jo 17.5).


3. Obediência sacrificial até à cruz.

A obediência de Cristo foi plena, desde a encarnação até o Calvário: “na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.8). Ele desceu à condição mais humilde e morreu como servo (2 Co 8.9). Em obediência ao Pai e em favor dos pecadores, submeteu-se à humilhação da cruz (Hb 12.2). Revela a Escritura que o primeiro Adão trouxe condenação pelo pecado; e, Cristo, o segundo Adão, trouxe justiça por meio de sua perfeita obediência (Rm 5.19). Essa verdade ratifica que a Obra Redentora do Filho está fundamentada na obediência completa de Cristo ao Pai (Jo 6.38). A nossa salvação é resultado dessa obediência, e não de nossos méritos (Ef 2.8,9). Assim como Cristo, devemos obedecer à vontade do Pai (Rm 12.1).


SINÓPSE I

A humilhação do Filho revela sua submissão, esvaziamento e obediência até a cruz.


AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

A GLÓRIA ETERNA E O ESVAZIAMENTO DE CRISTO

“Jesus Cristo é o Filho de Deus, possuindo em sua própria essência a natureza divina, sendo, portanto, igual ao Pai antes, durante e depois de seu tempo na terra (cf. Jo 1.1; 8.58; 17.24; 20.28; Cl 1.15,17; Mc 1.11; veja o artigo Os Atributos de Deus, p. 1025). Em outras palavras, Jesus é, foi e sempre será Deus. O fato de Cristo não ter considerado ‘usurpação ser igual a Deus’ significa que Ele, voluntariamente, abriu mão de seus privilégios e de sua glória celestial para viver na terra como homem e, por fim, entregar a sua vida a fim de que pudéssemos ser salvos. A expressão grega utilizada é ekenōsen (do verbo kenoō, derivado de kenos, ‘vazio, vão’), que literalmente significa ‘ele esvaziou-se’.


Isso não quer dizer que Jesus tenha renunciado à sua divindade (isto é, à sua plena natureza como Deus), mas que voluntariamente deixou de lado suas prerrogativas divinas, incluindo sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riqueza (2Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de seus atributos como Deus (Jo 5.19; 8.28; 14.10). Esse esvaziamento implicou não apenas a suspensão voluntária de seus privilégios divinos, mas também a aceitação do sofrimento humano, de maus-tratos, do ódio e, em última instância, da maldição da morte na cruz” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2199).


II – A OBRA REDENTORA DO FILHO

1. A ineficácia do sacerdócio levítico.

O sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos uma vez por ano, no Dia da Expiação (Yom Kippur), levando sangue alheio — o sangue de animais — para fazer propiciação por seus próprios pecados e pelos do povo (Lv 16.11-15). Esse sacrifício era repetido anualmente porque não era suficiente para remover o pecado (Hb 9.25). O sumo sacerdote terreno era uma figura (tipo) de Cristo, que é o real e eterno Sumo Sacerdote (Hb 2.17). O santuário terreno era uma sombra (Hb 8.5), mas Cristo entrou no céu mesmo, para interceder por nós diante do Pai (Hb 8.1,2). A entrada única de Cristo no santuário com seu próprio sangue nos assegura uma eterna redenção (Hb 9.12). Por ser imperfeito, o sacerdócio levítico foi substituído por um superior, o sacerdócio de Cristo (Hb 7.23,24).

 

2. O Sacrifício único e suficiente.

Na Antiga Aliança, ofereciam-se sacrifícios continuamente pelo pecado por causa da ineficácia dessas ofertas (Hb 9.25; 10.1-4). Diferente do sistema levítico, a morte de Jesus foi definitiva, completa e eficaz: “assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos” (Hb 9.28a). A expressão “uma vez” (gr. hápax) indica que não há necessidade de repetição: o que Ele fez é perfeito e eterno (Hb 10.10). A salvação não é por causa dos méritos ou rituais, mas ela é plena e gratuita, alcançada pela fé na obra consumada de Jesus (Jo 19.30). Cristo, ao morrer, rasgou o véu que separava o homem da presença de Deus (Mt 27.51). Não há outro meio de salvação, nenhuma outra oferta, nenhum outro nome (At 4.12). O Calvário é suficiente. Jesus é tudo!


3. A substituição vicária.

A expressão “vicária” vem do latim vicarius, que significa “em lugar de outro”. A substituição vicária é inseparável da justiça divina (Rm 3.26). O pecado não pode ser ignorado, e precisa ser punido (Rm 5.21). Em virtude disso, Deus não poupou seu próprio Filho, mas o entregou para morrer em nosso lugar, assumindo sobre si a penalidade que nos era destinada (Rm 8.32). No sistema sacrificial da Lei, os animais oferecidos tipificavam essa substituição, mas não removiam o pecado (Hb 10.4). Em Cristo, o Cordeiro de Deus, a substituição é perfeita e definitiva: “na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 9.26b). Assim, em adoração devemos viver para Cristo que por nós morreu (2 Co 5.15).


SINÓPSE II

A obra redentora de Cristo é única, suficiente e vicária, garantindo nossa salvação.


AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“O SANGUE DE JESUS CRISTO.

O sangue de Jesus Cristo, que representa o seu sacrifício pelos nossos pecados, está intimamente ligado ao conceito de redenção no Novo Testamento, isto é, à salvação espiritual [...]. Ao morrer na cruz, Jesus derramou o seu sangue inocente para remover os nossos pecados e restaurar a possibilidade de desfrutarmos de um relacionamento correto com Deus (Rm 5.8,19; Fp 2.8; cf. Lv 16). Por meio de seu sangue, Jesus realizou uma grande obra:


(1) Seu sangue fornece o perdão para os pecados de todos aqueles que se convertem de suas próprias maneiras e depositam sua fé em Cristo (Mt 26.28).


(2) Seu sangue resgata (isto é, restaura) todos os verdadeiros crentes do controle de Satanás e dos poderes malignos (At 20.28; Ef 1.7; 1 Pe 1.18-19; Ap 5.9; 12.11). (3) Seu sangue justifica (isto é, torna correto com Deus) todos os que confiam a vida a Ele (Rm 3.24-25)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2315).

  

III – A EXALTAÇÃO GLORIOSA DO FILHO

1. Recebido à destra do Pai.

Após sua humilhação voluntária, o Filho foi entronizado nos céus com glória eterna: “pelo que também Deus o exaltou soberanamente” (Fp 2.9a). A exaltação de Cristo está ligada à sua obediência perfeita (Fp 2.8). O verbo “exaltou” (gr. hyperypsōsen) denota uma elevação acima de toda medida. Cristo não apenas venceu a morte, mas foi exaltado à posição suprema no Universo. Ocupou o lugar de honra à destra do Pai — símbolo de autoridade, glória e soberania (Hb 1.3).

 

Estar assentado ali expressa o reconhecimento divino da obra completa do Filho (Jo 17.4,5). Cristo não apenas voltou para o céu, Ele assentou-se no trono (Ap 3.21). Sua exaltação garante nosso acesso à presença de Deus. Ele intercede por nós (Rm 8.34), e reina como Rei dos reis (Ap 19.16).

 

2. Um nome acima de todo nome.

Cristo recebeu de Deus Pai “um nome que é sobre todo o nome” (Fp 2.9b). Na Bíblia, o nome carrega o sentido de caráter e autoridade. Dessa forma, dizer que Cristo recebeu um nome sobre-excelente, a Escritura afirma que nenhuma autoridade, seja visível ou invisível, se compara ao seu poder e posição (Ef 1.21a). Isso significa que Cristo foi exaltado acima de toda eminência do bem e do mal, e de todo título que se possa conferir nessa era e também no porvir (Ef 1.21b). Não existe poder algum que seja maior e nem mesmo igual ao poder de Cristo (1 Pe 3.22). Portanto, o nome de Jesus não é apenas um símbolo de fé, mas uma fonte real de autoridade espiritual. O Senhor delegou à Igreja o uso de seu nome, para curar, libertar, pregar e vencer as forças do mal (Mc 16.17,18).


3. Soberania universal e retorno triunfal.

A Escritura revela que todas as criaturas se curvarão diante do nome de Jesus (Fp 2.10). Essa verdade aponta para a plena soberania de Cristo (At 2.36). A confissão universal de que “Jesus Cristo é o Senhor” se dará de duas maneiras: voluntária, por aqueles que creem e servem a Jesus como Salvador (Rm 10.9,10), e, compulsória, por aqueles que o rejeitaram, mas que o reconhecerão em juízo (Rm 14.11; Fp 2.11). Hebreus completa a visão escatológica da soberania de Cristo, afirmando que Ele voltará para levar para si os que o esperam (Hb 9.28). Essa vinda será em glória, poder e juízo (Mt 24.30). Sua glória será reconhecida por todos — para salvação ou para condenação. Ele voltará, triunfante, para buscar a sua Igreja e reinar eternamente (Jo 14.2,3; Ap 11.15).


SINÓPSE III

A exaltação gloriosa de Cristo manifesta sua soberania universal e assegura o triunfo final da Igreja.


CONCLUSÃO

A obra do Filho é completa, suficiente e gloriosa — da humilhação à exaltação. Ele se humilhou para nos salvar, ofereceu-se em sacrifício vicário para nos redimir e foi exaltado para governar eternamente. Como Igreja, somos chamados a viver em comunhão com essa verdade, aguardando o retorno do nosso Senhor e Salvador. Vivamos como servos daquEle que nos serviu com sua vida e nos salvou com seu sangue.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. De acordo com a lição, o que significa imitar a mente de Cristo?

Imitar a mente de Cristo significa renunciar ao egoísmo e viver em humildade, amor e obediência.


2. A Obra Redentora do Filho está fundamentada em quê e qual é o resultado dela?

Está fundamentada na obediência completa de Cristo ao Pai; o resultado é a nossa salvação.


3. Por que o sacerdócio levítico foi substituído pelo sacerdócio de Cristo?

Porque o sacerdócio levítico era imperfeito e não removia os pecados; Cristo é o Sumo Sacerdote perfeito.


4. O que a exaltação de Cristo ao voltar para o Céu e assentar-se no trono garante para nós?

Garante-nos acesso à presença de Deus e intercessão contínua de Cristo.


5. O nome de Jesus é um símbolo de fé, mas também uma fonte real de autoridade espiritual. O próprio Senhor delegou à Igreja o uso de seu nome com que finalidade?

Para curar, libertar, pregar e vencer as forças do mal.


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Lição 6 – O Filho como o Verbo de Deus - Escola Bíblica Dominical, 1° Trimestre 2026 – CPAD


Lições Bíblicas Adultos, 1º Trimestre 2026 CPAD

REVISTA: A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas

Comentarista: Douglas Baptista

Data da Aula: 8 de Fevereiro de 2026

TEXTO ÁUREO

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)

VERDADE PRÁTICA

Jesus Cristo, o Verbo eterno, é a revelação plena e visível de Deus ao mundo, manifestando graça, verdade e a glória do Pai.


LEITURA DIÁRIA

Segunda - Jo 1.1-3

O Verbo eterno e divino

Terça - Jo 1.14

O Verbo se fez carne

Quarta - Êx 25.8-9

Deus habita entre o povo

Quinta - Jo 1.17

Graça e verdade por Cristo

Sexta - Jo 1.18

O Filho unigênito revelou o Pai

Sábado - Cl 1.15-19

Cristo, a imagem do Deus invisível

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 1.1-5,14

1 - No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

2 - Ele estava no princípio com Deus.

3 - Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

4 - Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;

5 - e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

14 - E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.


HINOS SUGERIDOS:  20, 175, 182  da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

Nesta lição, estudaremos Jesus Cristo como o Verbo eterno de Deus - plenamente divino, Criador e revelador do Pai. Com base no prólogo do Evangelho de João (1.1-18), veremos que Ele é Deus desde a eternidade, agente da criação, fonte de vida e luz dos homens. Destacaremos também a encarnação do Verbo como a suprema revelação de Deus, cheia de graça e de verdade.


2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição: I) Explicar a preexistência e a divindade do Verbo;  II) Mostrar a atuação do Verbo na criação e como fonte de vida e luz; III) Ressaltar que o Verbo encarnado é a plena revelação do Pai.

B) Motivação: O apóstolo João, inspirado pelo Espírito Santo, começa seu Evangelho revelando que Jesus não é apenas um homem especial - Ele é o próprio Deus, eterno e criador, que se fez carne para revelar o Pai. Essa revelação exige de nós adoração, obediência e proclamação.

C) Sugestão de Método: Antes de iniciar a aula, distribua três folhas com as palavras Eterno, Criador e Revelador. Peça a três voluntários que segurem cada palavra na frente da turma. Explique que, no prólogo de João, Jesus é apresentado nessas três dimensões: Eterno (sempre existiu e é Deus), Criador (todas as coisas foram feitas por Ele) e Revelador (veio para mostrar quem é o Pai).

Em seguida, leia João 1.1-18 e, a cada título, peça ao aluno que o segura que dê um passo à frente, ilustrando como essas três verdades se aproximam de nós na encarnação do Verbo. Finalize destacando João 1.14 e mostrando que, quando Cristo veio, o eterno, o criador e o revelador se tornaram visíveis e próximos de nós.


3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: O Cristo que servimos é o Verbo eterno, Deus de toda a eternidade, que criou todas as coisas e revelou plenamente o Pai. Negar qualquer uma dessas verdades é distorcer o Evangelho. Por isso, devemos adorá-Lo, obedecê-Lo e anunciar que, em Jesus, vemos o próprio Deus.


4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "O Verbo", localizado depois do primeiro tópico, aprofunda o tema do Verbo como pessoa distinta em relação ao Pai no Tópico "O Verbo como Deus Eterno"; 2) O texto "A Vida era a Luz dos Homens", ao final do segundo tópico, aprofunda o tópico "O Verbo como Criador".


INTRODUÇÃO

O prólogo do Evangelho de João apresenta o Verbo eterno como Deus, Criador e Revelador. Ele se fez carne e revelou de forma plena e completa a glória do Pai. O apóstolo João afirma que viu a glória do Deus Unigênito, cheia de graça e de verdade. Nesta lição, veremos que essa revelação marca o clímax da encarnação do Verbo — o Filho de Deus — onde o invisível se tornou visível, o eterno entrou no tempo e o insondável foi manifestado em Cristo Jesus


PALAVRA-CHAVE: Verbo

EBD

I – O VERBO COMO DEUS ETERNO

1. O Verbo preexistente.

O prólogo de João (dezoito versículos iniciais) é chamado de “Hino Logos”. Na abertura: “No princípio, era o Verbo” (Jo 1.1a), as palavras “no princípio” lembram o texto introdutório da Bíblia (Gn 1.1) e claramente ensinam que o Verbo sempre existiu. Esta é uma maneira de referir-se ao atributo da Eternidade que só Deus possui. A expressão “Verbo” (gr. lógos) designa Deus, referindo-se à divindade do Filho. Enquanto os gregos pensavam em um princípio impessoal e os gnósticos num ser intermediário, João apresenta o Logos como o próprio Deus Eterno — Jesus Cristo, o Filho Unigênito do Pai (Jo 1.14; 3.16). Antes de tudo o que existe, o Verbo já existia. Jesus não começou a existir em Belém, pois Ele é Eterno, coexistente com o Pai desde o princípio (Cl 1.17).

 

2. O Verbo como pessoa distinta.

No texto bíblico, João afirma que “o Verbo estava com Deus” (Jo 1.1b). A expressão grega pros ton Theon (com Deus) comunica relacionamento face a face, ou seja, comunhão pessoal e eterna entre o Verbo (Filho) e Deus (Pai). Indica uma distinção de Pessoas dentro da unidade da Trindade (Dt 6.4; 1 Jo 5.7). O Pai, o Filho e o Espírito Santo não são formas sucessivas de aparecimento de uma Pessoa, mas são Pessoas coexistentes desde “o princípio” (Jo 1.2; 17.5).


"Enquanto os gregos pensavam em um princípio impessoal e os gnóstico num ser intermediário, João apresenta o Logos como o próprio Deus Eterno — Jesus Cristo, o Filho Unigênito do Pai.”


3. O Verbo é da mesma essência do Pai.

Ainda no versículo de abertura, João revela “o Verbo era Deus” (Jo 1.1c). Aqui, a palavra grega para Deus (Theós) aparece sem o artigo definido — fato que tem gerado discussões exegéticas. Porém, na estrutura grega, a ausência do artigo não implica indefinição ou inferioridade. Essa construção enfatiza a qualidade ou a natureza do sujeito. A omissão do artigo não significa “um deus”, como sustentam traduções heréticas, mas é um indicativo da natureza do Verbo. Esclarece que o Verbo compartilha da mesma essência divina (Jo 10.30; 14.9). Desse modo, o Verbo é como o Pai: eterno (Jo 1.2) e criador (Jo 1.3). Portanto, a expressão “o Verbo era Deus” ensina que Jesus é da “mesma substância” do Pai, isto é, Deus em sua totalidade (Cl 1.15; 2.9).


SINÓPSE I

O Verbo é eterno, distinto do Pai e da mesma essência divina, plenamente Deus.


AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“O VERBO.

João começa o seu Evangelho (isto é, o relato das ‘boas-novas’ e da verdadeira história de Jesus Cristo) chamando Jesus de ‘o Verbo’ (gr. logos). Ao usar este termo para definir Jesus, o apóstolo o apresenta como a Palavra pessoal de Deus, por meio da qual todas as coisas vieram à existência (v. 3; cf. Gn 1.3,6,9,14,20,24).  A Bíblia afirma que Deus tem falado conosco através de seu Filho (Hb 1.1-3); e, evidentemente, as próprias palavras de Jesus procedem diretamente de Deus (Jo 8.28; 14.24). A Palavra escrita de Deus declara que Jesus Cristo é a sabedoria divina para nós em todos os aspectos, ajudando-nos a compreender, manifestar e realizar os propósitos do Senhor (1Co 1.30; Ef 3.10-11; Cl 2.2-3). Além disso, a Escritura descreve Jesus como a perfeita revelação da natureza e da personalidade do Pai (Jo 1.3-5, 14, 18; Cl 2.9) — Cristo é Deus em forma humana. Assim como as palavras de uma pessoa revelam seu coração e sua mente, Cristo, como ‘o Verbo’ (isto é, a Palavra), revela o coração e a mente de Deus (Jo 14.9). [...] A relação entre o Verbo e o Pai. (a) Cristo estava ‘com Deus’ antes da criação do mundo (cf. Cl 1.15). Ele é uma pessoa que existe eternamente – não tem começo nem fim – diferentemente de Deus Pai, mas em um relacionamento eterno e uniforme com Ele. (b) Cristo é divino (‘o Verbo era Deus’), tem a mesma natureza, o mesmo caráter e o mesmo modo de ser que o Pai (Cl 2.9)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1837).


II – O VERBO COMO CRIADOR

1. O agente da criação.

A Bíblia declara que “no princípio, criou Deus” (Gn 1.1a). A expressão “criou” traduz a palavra hebraica bārā’, termo reservado à atividade criadora de Deus (Gn 1.21,27; 2.4; 5.1,2; 6.7). Afirma que o universo foi criado por Deus a partir do nada — do latim ex nihilo (Hb 11.3). A doutrina de Deus como Criador possui fundamentos tanto no Antigo Testamento (Sl 33.6; Is 45.12; Ne 9.6) quanto no Novo Testamento (At 17.24; Rm 1.20; Ap 4.11). Nesse sentido, João apresenta Jesus também como Criador: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Este versículo enfatiza a divindade do Verbo, uma vez que a criação é obra exclusiva de Deus (Cl 1.16,17). Desse modo, o Filho é o agente ativo na criação do universo (Hb 1.2).


2. A fonte da vida.

O apóstolo João enfatiza com clareza que “nele, estava a vida” (Jo 1.4a), referindo-se ao Verbo eterno — Jesus Cristo. Esta declaração revela que o Verbo é a fonte absoluta e originária de toda forma de vida, tanto física quanto espiritual e eterna (Jo 3.36; 1 Jo 5.11,12). A expressão denota a autossuficiência do Verbo, uma característica específica da divindade (At 17.25). Jesus não depende de nada ou ninguém para viver. Ele compartilha da mesma substância divina: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Essa verdade afirma que a vida, eterna e imutável, que está no Pai está igualmente no Filho, apontando para a mesma essência dentre as Pessoas da Trindade (Jo 10.30; 14.9; 17.5).


3. A luz dos homens.

O texto bíblico assevera que “a vida era a luz dos homens; e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (Jo 1.4b-5). A metáfora da Luz simboliza o caráter de Deus, porque nEle não há trevas alguma (1 Jo 1.5). Nesse contexto, Jesus é apresentado como a Luz verdadeira (Jo 1.9). Ele não apenas possui luz; Ele é a própria Luz (Jo 8.12). Ele dissipa as trevas, ilumina os perdidos e revela o pecado (Mt 4.16; Jo 3.19). A declaração “as trevas não prevaleceram contra ela” (Jo 1.5 – NAA) mostra que as forças do mal não têm poder sobre Cristo. O verbo grego katalambánō pode ser traduzido como “compreender”, “apoderar” ou “dominar”, e nesse caso expressa que as trevas do pecado não podem resistir à luz do Filho de Deus (Rm 13.12).


SINÓPSE II

Como Criador, o Verbo é fonte de vida e luz, e nenhuma força de trevas pode prevalecer contra Ele.


AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“A VIDA ERA A LUZ DOS HOMENS.

(1) A ‘vida’ (gr. zōē) é um dos temas centrais do Evangelho de João, aparecendo 36 vezes. Jesus é descrito como o Pão da Vida (Jo 6.35, 48) e a Água da Vida (Jo 4.10-11; 7.38). Suas palavras são palavras de vida eterna (Jo 6.68). Ele é quem dá a vida (Jo 6.33; 10.10), e essa vida é um dom de Cristo (Jo 10.28). Na verdade, Cristo é ‘a vida’ (Jo 14.6). Em outras palavras, a verdadeira vida encontra-se em Cristo (cf. Jo 14.6) e é experimentada por meio de um relacionamento pessoal com Ele (Jo 17.3). (2) A ‘luz’ (gr. phōs) é mencionada 23 vezes no Evangelho de João, mais do que em qualquer outro livro do Novo Testamento. A vida de Jesus é a luz para todas as pessoas, o que significa que Ele nos revelou a Deus e aos seus planos para nossa existência, mostrando-nos o caminho de volta a Ele. A verdade, a natureza e o poder de Deus foram manifestados em Cristo e estão disponíveis a todos por meio dEle (Jo 8.12; 12.35-36, 46). Em Jesus também podemos tornar-nos filhos da luz (Jo 12.36) e andar na luz (1 Jo 1.7)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1837).


III – O VERBO COMO REVELAÇÃO DO PAI

1. A encarnação do Verbo.

João também apresenta o Verbo como o supremo meio de autorrevelação do Pai: “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (Jo 1.14a). Esta afirmação marca o ponto culminante da revelação divina: o Verbo se tornou homem sem deixar de ser Deus (Fp 2.6-8). 

O termo grego eskēnōsen (habitou) significa literalmente “armou sua tenda”. Essa linguagem faz alusão ao Tabernáculo (Êx 25.8,9), onde a presença de Deus habitava no meio do povo de Israel. O corpo de Cristo é assim comparado a esse tabernáculo: nele, a glória de Deus se manifestou visível entre os homens (Cl 2.9). Ele revela a união hipostática das duas naturezas do Filho: divina e humana. Ele é o Emanuel, o Deus conosco (Mt 1.23) — a plena revelação do Pai (Hb 1.1).


"Essa verdade afirma que a vida, eterna e imutável, que está no Pai está igualmente no Filho.”


2. A plenitude da graça e da verdade.

João, testemunha ocular da encarnação do Verbo, declara ser a “glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14b). A palavra “glória” (gr. dóxa) remete ao conceito da shekinah — a presença gloriosa de Deus entre o seu povo (Êx 40.34,35). Porém, enquanto a glória na Antiga Aliança se manifestava parcialmente, em Cristo ela se mostra plenamente (Jo 2.11; 17.1-5). A frase “cheio de graça e de verdade” revela o conteúdo dessa glória. Diferente da lei dada por Moisés (Jo 1.17a), Cristo encarnou a própria graça salvadora e a verdade eterna. Ele não apenas ensina a verdade — Ele é a verdade (Jo 14.6). E não apenas oferece graça — Ele é a plenitude da graça de Deus, uma provisão contínua que se manifestou salvadora a todos os homens (Tt 2.11).


3. O revelador do Deus invisível.

No último versículo de seu prólogo, João afirma: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer” (Jo 1.18). Aqui, o apóstolo enfatiza que Deus é invisível e inacessível (Êx 33.20; 1 Tm 6.16). No entanto, o Verbo o revelou de forma plena e perfeita. A expressão “Deus unigênito” (gr. monogenēs theos) significa literalmente “o Deus único gerado”. Refere-se a Cristo — o Filho da mesma substância (gr. homoousios) do Pai. Essa declaração reafirma a eternidade e a plena divindade do Filho. Cristo é a autorrevelação completa do Pai: “Quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9).


SINÓPSE III

O Verbo encarnado revela de forma plena o Pai, manifestando graça e verdade.


CONCLUSÃO

Jesus Cristo é o Deus unigênito que revela o Pai. Nele, a glória, a graça e a verdade de Deus são plenamente manifestas. A encarnação do Verbo não é apenas uma doutrina essencial da fé cristã, mas também um chamado à adoração e proclamação daquEle que é a imagem visível do Deus invisível. O Senhor Jesus é a perfeita revelação do Pai à humanidade. Que cada crente reconheça que conhecer a Cristo é conhecer o próprio Deus, e que proclamar essa verdade é tornar a glória do Pai conhecida no mundo.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. Como é chamado o prólogo de João (dezoito versículos iniciais)?

“Hino Logos”.

2. O que os gregos pensavam a respeito do Verbo?

Que o Verbo era uma força ou ideia, e não plenamente pessoal e divino.

3. Qual é o texto bíblico em que João apresenta Jesus também como Criador?

João 1.3.

4. A declaração “nele, estava a vida” (Jo 1.4a), referindo-se a Jesus Cristo, revela o que a respeito do Verbo?

Que Ele é a fonte absoluta e originária de toda forma de vida.

5. A expressão “Deus Unigênito” significa literalmente o quê?

“O Deus único gerado” — o Filho da mesma essência do Pai.


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