
Lições Bíblicas Adultos, 1º Trimestre 2026 CPAD
REVISTA: A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único
Revelado em Três Pessoas Eternas
Comentarista: Douglas Baptista
TEXTO
ÁUREO
“E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne.” (Jl 2.28a)
VERDADE
PRÁTICA
O
derramamento do Espírito Santo é uma promessa universal que capacita a Igreja
com poder para pregar o Evangelho.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
- Jl 2.28,29
A
promessa do derramamento do Espírito
alcança todo tipo de pessoas do Reino
Terça
- At 2.1-4
O
Espírito Santo desceu com poder e
línguas no Pentecostes
Quarta
- At 2.38,39
A
promessa do batismo no Espírito é para todos os que creem
Quinta
- 1 Co 12.4-7
Os
dons espirituais são diversos, mas vêm do mesmo Espírito
Sexta
- 1 Co 14.12,26
Os
dons espirituais são para a edificação da Igreja
Sábado
- Gl 5.22,23
O
fruto do Espírito é a evidência contínua de uma vida de plenitude do Espírito.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Joel 2.28,29; Atos 2.1-4;
8.14-17; 1 Coríntios 12.4-7
Joel 2
28 - E há de
ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos
e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens
terão visões.
29 - E
também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu
Espírito.
Atos 2
1 -
Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2 - e, de
repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu
toda a casa em que estavam assentados.
3 - E foram
vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre
cada um deles.
4 - E todos
foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme
o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Atos 8
14 - Os
apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a
palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João,
15 - os
quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo.
16 - (Porque
sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do
Senhor Jesus.)
17 - Então,
lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo.
1
Coríntios 12
4 - Ora, há
diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 - E há
diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 - E há
diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 - Mas a
manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.
Hinos
Sugeridos: 24, 349, 358 da Harpa Cristã
PLANO DE AULA
1.
INTRODUÇÃO
A
promessa do derramamento do Espírito Santo cumpriu-se no Pentecostes e continua
vigente para todos os que creem. O Espírito não apenas regenera, mas capacita o
crente para servir com poder, ousadia e santidade. Ele distribui dons,
fortalece a unidade da Igreja e sustenta o testemunho cristão diante do mundo.
Nesta lição, estudaremos a promessa, o cumprimento e a continuidade do
derramamento do Espírito.
2.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A)
Objetivos da Lição: I) Mostrar que o derramamento do Espírito Santo é uma
promessa universal e atual; II) Explicar que o Espírito Santo concede poder
para testemunhar de Cristo; III) Destacar que o Espírito distribui dons
espirituais com propósito e para edificação da Igreja.
B)
Motivação: O Pentecostes não foi apenas um evento histórico, mas a inauguração
de uma experiência que permanece disponível a todo crente. O mesmo Espírito que
desceu sobre os primeiros discípulos continua revestindo a Igreja hoje. Essa
realidade deve nos motivar a buscar continuamente a plenitude do Espírito,
permitindo que Ele nos use com poder e santidade.
C)
Sugestão de Método: No início da aula, pergunte aos alunos: "O que o
Espírito Santo representa para você em sua vida cristã?" Anote no quadro
algumas respostas curtas que surgirem. Em seguida, destaque três
palavras-chaves: Promessa, Poder e Dons. Explique, brevemente, como cada uma
aparece na Bíblia: a promessa universal (Jl 2.28), o poder para testemunhar (At
1.8) e os dons para edificação (1 Co 12.7).
Finalize
mostrando que a plenitude do Espírito Santo envolve essas três dimensões, e
incentive os alunos a vivê-las em sua vida cristã.
3.
CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A)
Aplicação: O Espírito Santo é o capacitador do crente em todas as gerações. Ele
nos equipa com dons e poder para cumprir a missão de pregar o Evangelho. A vida
cristã deve ser vivida na dependência da plenitude do Espírito.
4.
SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A)
Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz
reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas
Adultos. Na edição 104, p.41, você encontrará um subsídio especial para esta
lição.
B)
Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão
suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Recebereis a Virtude",
localizado depois do primeiro tópico, aponta para a reflexão a respeito do
sentido da promessa do derramamento do Espírito; 2) O texto "O propósito
do Batismo no Espírito Santo", ao final do segundo tópico, aprofunda o
tema sobre poder para testemunhar.
INTRODUÇÃO
A promessa
do derramamento do Espírito Santo cumpriu-se no Pentecostes e permanece válida
para todos os que creem. A atuação do Espírito Santo vai além da obra de
Regeneração. Ele também é o capacitador do crente para o serviço no Reino de
Deus. Nesta lição, veremos que o Espírito distribui dons e conduz a Igreja com
manifestações sobrenaturais, promovendo unidade, santidade e testemunho eficaz
no mundo.
PALAVRA-CHAVE: Poder
I – A PROMESSA DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
1. Uma
promessa de abrangência universal.
Na Antiga
Aliança, o Espírito atuava de modo pontual sobre pessoas específicas e para
tarefas determinadas (1 Sm 19.20; 2 Cr 15.1; Ez 37.1). Porém, cerca de 800 anos
antes de Cristo, Joel profetizou uma nova dispensação: “E há de ser que, depois
derramarei o meu Espírito sobre toda a carne” (Jl 2.28a). Na Nova Aliança, essa
promessa foi registrada em todos os Evangelhos (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo
1.32,33). Na profecia, a expressão “sobre toda a carne” aponta para a
abrangência universal do Espírito — não a todos de modo indiscriminado, mas a
todos que invocam o nome do Senhor (Jl 2.32). Essa linguagem quebra paradigmas,
e, assim a ação do Espírito ultrapassa fronteiras e alcança jovens e velhos,
homens e mulheres, livres e servos (Jl 2.28,29).
2. Uma
promessa com ação sobrenatural.
O
derramamento do Espírito vem acompanhado de manifestações visíveis e
sobrenaturais: “vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos
terão sonhos, os vossos jovens terão visões” (Jl 2.28b). As profecias (1 Co
14.3), sonhos (Mt 1.20) e visões (At 16.9) revelam a atuação do Deus vivo entre
o seu povo. São experiências extraordinárias que servem de edificação
espiritual (1 Co 14.26). Elas indicam que a vida cheia do Espírito é ativa,
dinâmica e sensível à voz de Deus (Rm 8.14). Onde o Espírito Santo é bem-vindo,
o agir de Deus se manifesta com propósito e poder (2 Co 3.17). Todo crente deve
cultivar uma vida de comunhão e santidade, a fim de ser um canal sensível para
as manifestações dos dons do Espírito (1 Co 12.4-7).
3. Uma
promessa para os últimos dias.
A palavra
profética aponta para um tempo específico: “naqueles dias, derramarei o meu
Espírito” (Jl 2.29b). Na terminologia da Antiga Aliança, tais expressões
referem-se à chegada do Messias e ao início dos eventos escatológicos (Is 2.2;
Mq 4.1). Pedro identifica o Pentecostes como o cumprimento inicial desses
“últimos dias” (At 2.17). Eles começaram com a vinda do Messias, que,
juntamente com o Pai, enviou o Espírito Santo (Jo 15.26). A descida do Espírito
inaugurou a Igreja e prossegue sua atuação contínua na vida do crente até o
arrebatamento dos salvos (Ef 1.13). A profecia de Joel não se esgotou no
Pentecostes, permanecendo vigente durante toda a dispensação da graça. A
promessa é válida para todos os que crerem em todos os tempos (At 2.39)
SINÓPSE I
A promessa do Espírito Santo é universal, atual e se
cumpre em todos os que invocam o nome do Senhor.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
“RECEBEREIS A VIRTUDE
Este
é o versículo essencial do livro de Atos. O principal propósito do batismo no
Espírito é o de receber poder para testemunhar e para o serviço cristão. Esse
poder tem como objetivo o de que aqueles que não têm um relacionamento pessoal
com Deus possam receber o seu perdão, aprendam a seguir Jesus e cumpram o seu
propósito para as suas vidas. O resultado final é que mais pessoas venham a
conhecer, amar e honrar a Jesus como Senhor – o Líder e a autoridade em suas
vidas (Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23; 15.26-27). “Virtude” (gr. dynamis): quer
dizer mais que força ou habilidade; a palavra indica poder em ação. Lucas (em
seu Evangelho e no livro de Atos) enfatiza que o poder (ou virtude) do Espírito
Santo inclui autoridade para expulsar espíritos malignos (isto é, ordenar que
os espíritos deixassem de controlar as vidas das pessoas) e a unção (isto é, a
capacitação e comissão) para curar os enfermos” (Bíblia de Estudo Pentecostal —
Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1921).
II
– O CUMPRIMENTO: PODER PARA TESTEMUNHAR
1. O
Espírito Santo veio com o poder do Alto.
O Espírito Santo é a terceira Pessoa da
Trindade, e seu derramamento no Pentecostes cumpre a promessa do Pai e a
mediação do Filho. Antes de sua ascensão, Jesus assegurou aos discípulos que
eles seriam revestidos de poder: “eis que sobre vós envio a promessa de meu
Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de
poder” (Lc 24.49). Esse “revestimento” (gr. endýō) significa “vestir-se como
uma armadura” e aponta para uma capacitação sobrenatural e indispensável para
testemunhar de Cristo (At 1.8). Esse poder (gr. dýnamis) não é apenas força
para resistir ao pecado (Rm 8.13), mas também ousadia para proclamar o
Evangelho (At 4.31), autoridade para operar milagres (At 6.8) e sabedoria para
edificar a Igreja (1 Co 12.7).
2. Os
sinais da descida do Espírito Santo.
Atos
registra dois sinais sobrenaturais que marcaram o advento do Espírito Santo: o
“som, como de um vento veemente e impetuoso” (At 2.2) e as “línguas repartidas,
como que de fogo” (At 2.3). O “vento” e o “fogo” enfatizam a grandeza da
ocasião e são sinais audíveis e visíveis da chegada do Espírito. O som, como de
um vento, simboliza a presença criadora de Deus (Ez 37.9). As línguas, como que
de fogo, são sinal de purificação e consagração (Êx 19.18; Mt 3.11). Esses
sinais particulares não se repetiram posteriormente nos batismos no Espírito
Santo subsequentes, pois se tratava de um evento solene e único. Ali, no
Pentecostes, a Igreja, revelada como Corpo de Cristo (Ef 1.22-23; 3.2-5), foi
inaugurada e marcada com esses sinais de forma visível e poderosa (At 2.1-4).
3. A
evidência do revestimento de poder.
O
revestimento de poder veio com um sinal específico: “falar em outras línguas”
(At 2.4). Em Atos, o falar em línguas está explicito em três registros (At
2.1-4; 10.46; 19.6) e implícito em outras duas ocasiões (At 8.14–17; 9.17–18).
Dessa forma, biblicamente, o falar em outras línguas é sempre a evidência
física inicial do batismo no Espírito Santo. Essa evidência difere do dom
espiritual de “variedades de línguas”. Este último dom requer interpretação
para a edificação da Igreja, porém, o “falar línguas” como batismo ou renovação
não requer interpretação (1 Co 14.27,28). Na experiência da salvação em Cristo,
todo crente é “selado” com o Espírito (Ef 1.13,14); porém, no batismo no
Espírito Santo, todo crente é “revestido” de poder (At 2.2-4).
SINÓPSE II
No Pentecostes, o Espírito Santo desceu com poder,
capacitando os crentes para testemunhar com ousadia.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O PROPÓSITO DO BATISMO NO
ESPÍRITO SANTO
“O
propósito principal do batismo no Espírito Santo é trazer coragem e poder para
testemunhar de Jesus e vida de piedade pessoal. Quando o Espírito Santo é
derramado, Ele vem como o poder de Deus a fim de que o crente possa viver uma
vida cristã de forma vitoriosa e possa realizar obras de Deus com eficácia.
Jesus enfatizou que o resultado essencial do batismo no Espírito Santo é a
transmissão da sua mensagem de forma poderosa, com ousadia e com sinais
eficazes que a confirmam (veja At 1.8; 2.14-41; 4.31,33; 6.8; 10.38; 19.6; Rm
15.19; 1 Co 2.4). O Espírito Santo dá testemunho de Jesus, de seu poder de
dores dos pecados e da salvação (Jo 15.26; 16.8,14; At 5.32)” (Bíblia de Estudo
Pentecostal — Edição Global. Rio de Ja-neiro: CPAD, 2022, p.1919).
III – A CONTINUIDADE DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
1. A
extensão da promessa do Espírito.
Pedro exorta
seus ouvintes ao arrependimento, ao batismo nas águas e lhes assegura:
“recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38). Essa frase precisa ser
entendida à luz do seu contexto. O “dom do Espírito” refere-se ao cumprimento
da profecia de Joel e à promessa de Jesus a respeito do revestimento de poder
(Jl 2.28; Lc 24.49). Esse dom não ficou restrito ao Pentecostes, mas é
estendido aos crentes de todas as épocas: “a vós, a vossos filhos e a todos os
que estão longe” (At 2.39). Na casa de Cornélio, a regeneração ocorreu pela fé
em Cristo, e o batismo no Espírito Santo precedeu o batismo em águas (At
10.44-46). Em Samaria e Éfeso, foi derramado após a conversão (At 8.15,16;
19.2,6). Esse revestimento de poder é algo distinto do novo nascimento.
2. O
Espírito opera com diversidade e unidade.
Paulo ensina
que “há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo” (1 Co 12.4). O termo
“diversidade” (gr. diaíresis) aponta para a variedade de dons, operações e
ministérios. A Trindade inteira participa: o Espírito distribui os dons (1 Co
12.4), o Filho dirige os ministérios (1 Co 12.5) e o Pai opera os resultados (1
Co 12.6). Essa pluralidade indica a riqueza da Igreja. Os salvos recebem dons
específicos visando à edificação dos crentes (Rm 12.4-18). De modo que o falar
em línguas é a evidência inicial do batismo no Espírito, e o “fruto do
Espírito” com “os dons espirituais” é sua evidência contínua (Gl 5.22; 1 Co
12.8-10). Tudo resulta em uma igreja cheia de poder e unidade, ligada a Cristo,
o cabeça da Igreja (Ef 1.22,23).
3. O
Espírito distribui dons com propósito.
Os dons (gr.
charísmata) não são para ostentação pessoal, mas para o serviço do Reino (1 Pe
4.10), edificação da Igreja (1 Co 14.12) e glorificação de Cristo (1 Co 12.3).
O Espírito os distribui com propósito: “para o que for útil” (1 Co 12.7); e os
reparte soberanamente: “a cada um como quer” (1 Co 12.11). Os dons são “graças
espirituais” concedidas e controladas pelo Espírito (Rm 12.6-8). A finalidade
específica dos dons nos protege de dois perigos espirituais: a soberba, que
transforma o dom em motivo de vanglória (Fp 2.3), e a negligência, que enterra
o dom e impede seu uso (Mt 25.25). Portanto, cada crente é chamado a exercitar
o dom que recebeu com humildade, e disponibilidade para servir com amor, zelo e
temor ao Senhor (Rm 12.3; Cl 3.23,24).
SINÓPSE III
O Espírito distribui dons espirituais com propósito,
visando a edificação da Igreja e a glorificação de Cristo.
CONCLUSÃO
O Espírito
Santo é o capacitador divino prometido aos que creem. Ele atua em cada geração
com poder, dons espirituais e direção. Desde o Pentecostes, sua presença é real
e contínua. O crente pentecostal vive não apenas no Espírito, mas pelo
Espírito, como testemunha viva do poder de Deus no mundo. Portanto, cada
cristão regenerado é chamado a viver na plenitude do Espírito.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que
significa A expressão “sobre toda a carne” ao referir-se à profecia do
derramamento do Espírito?
Significa
que a promessa é para todos os que invocarem o nome do Senhor (Jl 2.28,32).
2. O que
a palavra profética aponta nestes últimos dias?
Para o tempo
messiânico e escatológico, inaugurado no Pentecostes (At 2.17).
3. Quais
são os sinais da descida do Espírito e o que significam?
O vento
simboliza a presença de Deus e o fogo aponta para purificação e consagração (At
2.2,3).
4. Ao que
se refere a expressão “dom do Espírito” na profecia de Joel?
Ao dom do
Espírito Santo como revestimento de poder, cumprindo a promessa de Joel (At
2.38).
5. Qual a
importância de compreender a finalidade específica dos dons distribuídos pelo
Espírito?
Para evitar
a soberba e a negligência, entendendo que os dons são para servir e edificar (1
Co 12.7; 1 Pe 4.10).

