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Escola Dominical: Lição 8 - Sendo Verdadeiros

Lições Bíblicas Dominical Adultos  – 2° Trimestre de 2022 CPAD

Título: OS VALORES DO REINO DE DEUS. A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo

Obs. Lição da Revista do Professor

Comentarista: Pr. Osiel Gomes

Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus

📚  TEXTO ÁUREO

“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.” (Sl 32.2)


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Escola Dominical: Lição 7 - Não retribua pelos padrões humanos

Lições Bíblicas Dominical Adultos  – 2° Trimestre de 2022 CPAD

Título: OS VALORES DO REINO DE DEUS. A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo

Comentarista: Pr. Osiel Gomes

Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus

📚  TEXTO ÁUREO

“Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.”  (Lv 19.18)

💡  VERDADE PRÁTICA

O cristão não deve guardar rancor e nem buscar a vingança. Antes, deve vencer o mal com o bem. Dessa forma, ele demonstra que verdadeiramente teve o seu caráter transformado por Cristo.

 LEITURA DIÁRIA

Segunda - Rm 12.19-21

Vença o mal com o bem

Terça - Pv 20.22

Espere a vitória pelo Senhor

Quarta - Is 35.3,4

O Senhor virá com vingança

Quinta - Dt 32.35

A vingança pertence ao Senhor

Sexta - Jr 15.15

Orando pelo auxílio de Deus

Sábado - Rm 2.6-8

Deus retribuirá a cada um

📖  LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 5.38-48

 

38 - Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. 

39 - Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; 

40 - e ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a vestimenta, larga-lhe também a capa; 

41 - e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. 

42 - Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.

43 - Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. 

44 - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, 

45 - para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. 

46 - Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? 

47 - E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? 

48 - Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus.


HINOS SUGERIDOS:  324, 432, 438 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

Quando se recebe uma ofensa, a reação natural é devolvê-la com outra. Entretanto, o Senhor Jesus nos convida a agir de maneira mais elevada, pondo em prática a instrução divina de acordo com o Sermão do Monte. Nesse sentido, retribuir o mal com o bem é uma ação que vem do Céu. O crente cheio do Espírito Santo é capaz de viver esse ensino do Sermão proferido pelo nosso Senhor. 

2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição:

I) Avaliar que a vingança não é de natureza do Reino; II) Validar que o amor é a expressão natural do Reino"; III) Valorizar a busca pela perfeição na perspectiva do Reino de Deus.


B) Motivação: Retribuir o mal com o bem é transcender o senso comum de que temos que pagar a ofensa na mesma moeda. Fazer o bem é o melhor antídoto para deter o mal: "Não te deixes vencer o mal, mas vence o mal com o bem" (Rm 12.21).


C) Sugestão de Método: A perfeição cristã está fundamentada na prática do amor, como bem formula o terceiro tópico. Por isso, enfatize ao longo da exposição em classe as expressões: "oferecer a outra face"; "caminhar duas milhas"; "não desviar de quem pede emprestado"; "amar o inimigo"; "saudar quem não é irmão". Todas essas expressões estão no cerne do desenvolvimento da perfeição cristã (Mt 5.48).


3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: A presente lição deve levar o aluno a conscientizar-se a respeito da incoerência da vingança com a prática cristã. "Pagar na mesma moeda" nada tem a ver com o estilo de vida cristão. Por isso, o seguidor de Jesus é estimulado a desenvolver o fruto do Espírito na vida cristã.


4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas. Na edição 89, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

 

B) Auxílios Especiais: Ao final dos tópicos, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Amar os Inimigos", localizado após o segundo tópico, amplia o ensinamento a respeito do amor aos inimigos; 2) O texto "Sobre a Perfeição", localizado ao final do terceiro tópico, traz uma reflexão a respeito da perfeição cristã, como que o texto do Sermão do Monte nos estimula a buscar esse ideal bíblico.


INTRODUÇÃO

Quando as pessoas nos ofendem, muitas vezes a nossa primeira reação é desejar a vingança. Mas Jesus, ao contrário, disse que devemos fazer o bem àqueles que nos ofendem! Ao invés de nos vingar, devemos amar e perdoar. Isso não é uma coisa natural, é sobrenatural. Somente Deus pode nos dar forças para que amemos como Ele ama.

PALAVRA-CHAVE

Retribuição


I – A VINGANÇA NÃO É NATUREZA DO REINO

1. A Lei de Talião.

A Lei de Talião, olho por olho, dente por dente (Mt 5.38), pode ser definida como o castigo dado ao culpado, fazendo-o sofrer o mesmo mal ou dano que causou à vítima (Êx 21.24; Lv 24.20; Dt 19.21). Esse era o princípio de justiça visto na Lei de Moisés. É preciso compreender a natureza dessa ordem do Senhor, que não intencionava acirrar os homens a retribuir a agressão de qualquer maneira, e sim colocar um certo limite, não deixando que o vingador fizesse uma execução maior que o crime. Na verdade, essa lei procurava ajustar o castigo ao crime.


A Lei do Talião se tratava de uma norma para os tribunais civis, que no seu propósito desejava que em particular a pessoa jamais praticasse a vingança. Não há nessa lei qualquer incentivo à vingança pessoal, pelo contrário, quando uma pessoa sofresse algum dano, era comum que ela desejasse que a justiça fosse feita e que os tribunais  administrassem a devida punição (Lv 24.14; Dt 19.15-21).


Os fariseus fizeram uma má interpretação desta lei, usando-a com o propósito de justificar a vingança ou retribuição pessoal, descaracterizando-a do seu real objetivo, isso porque em momento algum a Lei de Moisés defendia a busca pela vingança, mas eles a citavam buscando destruir o seu significado real (Mt 15.3,6). A Bíblia proíbe terminantemente a vingança pessoal (Lv 19.18; Pv 20.22; 24.29).


2. O cristão e a vingança.

Não pode haver no coração de um salvo por Cristo qualquer sentimento de vingança nem que seja para com o pior inimigo, pois ele está consciente de que a vingança de tudo pertence a Deus (Rm 12.19).


De acordo com o Comentário Devocional da Bíblia, “o princípio de ‘olho por olho’ no Antigo Testamento estabelecia limites da retribuição que uma pessoa podia exigir. Se alguém o ofendesse e lhe custasse a visão de um olho, você não poderia, por exemplo, tirar-lhe a vida de maneira justificável. Tudo o que você poderia reivindicar seria tirar-lhe a visão de um olho. Agora Jesus  ensina a que não governemos nossas relações com os outros segundo o “olho por olho”, de maneira nenhuma! Em vez de tentar vingar-se dos outros que o prejudicaram, faça o bem a eles!


A passagem tem aplicação direta ao desafio de Jesus a respeito de valores e atitudes, e descreve a “justiça excelente” e abundante que se espera de nós, no Reino de Jesus Cristo. Nós não exigimos retribuição. Nós fazemos o bem até mesmo àqueles que nos prejudicam.


A pessoa que aprende a amar até mesmo a seus inimigos é uma pessoa que viveu o suficiente no Reino de Cristo e uma pessoa que conheceu o seu toque transformador.


O salvo em Cristo prega e vive o amor, não o ódio, e tem consciência plena de que Deus tem reservado um dia em que há de julgar todos os pecados da humanidade, tomando vingança de tudo (At 17.31; At 10.42; Rm 2.16; 14.10). Assim compreendemos que a vingança pertence ao Senhor, não a nós (Hb 10.30; Dt 32.35,36; Rm 12.19).


SINÓPSE I

O cristão não revida o mal de acordo com a Lei de Talião. Ele não se deixa dominar pela vingança.


AMPLIANDO O CONHECIMENTO

A Palavra de Deus

“A Palavra de Deus mostra quem vai entrar no repouso de Deus. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv.12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte [...].” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, p.1905.


II – O AMOR É A EXPRESSÃO NATURAL DO REINO

Para falar da lei do amor desenvolvida por aqueles que fazem parte do seu Reino, Jesus fez uso de quatro ilustrações que estão presentes na vida cotidiana para mostrar como se deve resistir ao mal. Vejamos: 


1. Virar a outra face.

A primeira vai mostrar um insulto recebido por alguém que foi ferido na face. Quando somos esbofeteados, ou quando alguém atinge nossa honra, a primeira reação é agir com as mesmas armas do ofensor, e, às vezes, até mesmo de maneira mais intensa. No entanto, tal atitude não resolve nada, pelo contrário, complica ainda mais a situação. Jesus esclarece que é impossível um cristão, que faz parte do seu Reino e tem o coração cheio de amor, tenha em seu ser atitudes de ódio, desamor e vingança. Quem tem amor, tem perdão, brandura e tolerância. Para muitos, a vingança é sinal de coragem, atitude de quem é forte, porém, pelos ensinos de Jesus, a vingança é atitude de quem é fraco. Todavia, aquele que vira a outra face, esse sim é forte, desarmando o seu ofensor com o seu heroísmo, em especial pela posição de perdoar.

2. Arrastar para o tribunal.

Nesse tópico a questão é judicial, quando alguém ameaça uma pessoa que está lhe devendo e busca tirar dela uma peça importante do seu vestuário para pagar uma dívida contraída que não foi paga. Jesus ensina ao que está sofrendo as ações por parte do litigante, que ele não deveria responder com ressentimento, mas deveria deixar que ele ficasse com a túnica, a qual era por demais importante, pois servia como cama (Êx 22.26,27; Dt 24.12,13; Am 2.8). É sempre melhor fazer concessões do que persistir em uma batalha judicial ou em competições que levarão a diversos desagrados.


3. Obrigar a fazer algo.

Mateus 5.41 trata de uma convocação feita por uma autoridade, que força alguém ao serviço. Um exemplo bíblico é o de Simão Cirineu, que foi obrigado a carregar a cruz de Jesus (Mt 27.32). O que é mais forte, por força da hierarquia, pode obrigar sem respeitar a vontade alheia. Assim, quando alguém anda a primeira milha, geralmente o faz como obrigação. Entretanto, para caminhar voluntariamente a segunda, só o faz quem tem um novo espírito, uma nova vida e os ensinos divinos gravados em seu coração. Tudo na vida é uma nova jornada porque se faz com Cristo; dessa maneira a caminhada será gloriosa e abençoada, quer seja a jornada do casamento, quer seja a do trabalho ou a de qualquer outra (Mt 28.20).


4. Fazer alguma coisa por alguém.

Jesus mostra que o cristão que realmente tem amor no coração, quando se depara com alguém que está sofrendo por algum tipo de necessidade, que está em apuros, pedindo auxílio, jamais agirá com indiferença, antes atenderá ao solicitante sem qualquer murmuração ou má vontade. Com uma atitude generosa, emprestará sem querer algo de volta. Esse procedimento só acontece para quem realmente tem o amor de Jesus no coração, por isso manifesta atos de bondade (Dt 15.8,10; Pv 19.17; Lc 6.30,35).


SINÓPSE II

O que procede do coração e permeia o pensamento do homem determinarão seu comportamento.


AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“Amar os Inimigos (5.43-48). [...]Para o mandamento bíblico, Amarás o teu próximo (43; Lv 19.18), [Jesus] Ele inseriu um acréscimo feito pelos mestres judeus, e aborrecerás o teu inimigo. Esta segunda parte não é encontrada em nenhuma passagem nas Escrituras Sagradas. Henry expôs bem a sua opinião: ‘Deus disse: Amarás o teu próximo; e por próximo eles entenderam somente aqueles de seu próprio país, nação e religião...; deste mandamento... eles quiseram inferir o que Deus nunca disse: Odiarás o teu inimigo”.


Jesus se opôs a este falso ensino através do incisivo mandamento: Amai a vossos inimigos (44). É natural amar os amigos; amar os inimigos é sobrenatural. Mas aqueles que assim o fazem demonstram que são filhos do Pai que está nos céus (45)” (CHILDERS, Charles L.; EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood (Eds.) Comentário Bíblico Beacon: Mateus a Lucas. Vol.6. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.61).


III – BUSCANDO A PERFEIÇÃO DE CRISTO

1. Uma justiça mais elevada.

A exigência de Mateus 5.43-48 revela uma justiça muito elevada, incompatível com a natureza humana caída. O Senhor Jesus disse que devemos fazer o bem àqueles que nos fazem mal! Nosso desejo não deve ser o de manter ou de vingar a dívida, mas o de amar e perdoar. É um ensinamento divino, celestial. O Sermão do Monte é taxativo: Em vez de planejar vingar-se, ore por aqueles que o magoam.


2. O amor mais perfeito.

O verbo amar, que aparece em Mateus 5.43, é agapáo, é o amor que sabe receber com alegria, acolher, amar ternamente; é o amor que está satisfeito, estar contente sobre ou com as coisas; esse amor só está no crente porque foi derramado por Deus no seu coração (Rm 5.5). Enquanto a adição feita pelos mestres judeus desviava da real lei do amor, Jesus falou do amor agápe, o qual é inteligente, compreende as dificuldades e se esforça para libertar o inimigo do seu ódio. Esse amor pode ser visto na grandiosa atitude de Deus para com todos os pecadores (Jo 3.16).


3. Perfeitos como o Pai.

Parece  inatingível o que Jesus elucidou: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está no céu” (Mt 5.48). Será que temos realmente a perfeição plena e divina? Pelos versículos 45 e 46 podemos notar que é possível ser perfeito como o Pai. Pela expressão sede perfeitos, o que se entende é que Jesus a limitou dentro do próprio contexto em relação ao amor: o amor de Deus é completo, Ele não exclui nenhum grupo, todos são objetos do seu amor.


O cristão jamais pode amar uns e aborrecer outros, pois se evidenciar bondade apenas para os seus amigos, nada mudará, e procederá como os publicanos. Desprezados, essses cobradores de impostos eram considerados como estando em uma posição do mais baixo nível de iniquidade. Assim como Deus ama a todos, o cristão também deve amar, ou seja, tomar como medida a perfeição padrão e absoluta de Deus, na qual se baseia para viver o amor nessa vida em relação ao seu próximo (1 Jo 2.5; 4.12).


Buscar a perfeição, conforme ensina as Escrituras, é buscar uma vida mais parecida com a de Jesus Cristo, em que a natureza humana é mortificada, nosso interior é fortalecido e, assim, podemos viver sem as amarras da prisão das obras da carne.


Em Cristo, podemos dizer “sim” para o fruto do Espírito, que inicia com o “amor”, e “não” para as obras da carne. No poder do Espírito Santo, podemos atravessar a barreira da carne. 


SINÓPSE III

A justiça cristã é uma virtude elevada por meio da prática do amor.

 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

Sobre a Perfeição

“Deus graciosamente concede, a todos aqueles que buscam, um amor perfeito por Ele e por sua vontade. Depois disso, o cristão busca uma manifestação ainda mais perfeita desse amor em sua vida e conduta. Por sermos finitos, essa perfeita manifestação nunca será completamente alcançada neste mundo, mas cada seguidor consagrado de Cristo deve, constantemente, se esforçar para alcançá-la (cf. Fp 3.12-14). O contexto imediato dos versículos 17-47 é importante, mas isso não é tudo. A perfeição aqui deve ser explicada em termos de um contexto maior – todo o capítulo cinco. O comentário de John Wesley sobre este versículo é: “Referindo-se a toda esta santidade que é descrita nos versículos anteriores, que o nosso Senhor no início do capítulo recomenda como felicidade, e, na conclusão dele, como perfeição”.41 Estes seis últimos parágrafos do capítulo sugerem seis “Características da Perfeição Cristã”. Elas são: 1) pacifismo (21-26); 2) pureza (27-30); 3) harmonia (31-32); 4) honestidade (33-37); 5) bondade (38-42); 6) amor (43-48)” (CHILDERS, Charles L.; EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood (Eds.) Comentário Bíblico Beacon: Mateus a Lucas. Vol.6. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.62).


CONCLUSÃO

Aprendemos com essa passagem bíblica que Jesus nos chama para viver nesse mundo como seus discípulos em um novo estilo de vida, como também novos recursos espirituais para vencer qualquer inimigo pessoal. A base firme para tudo isso é o amor, pois somente através dele é que se pode expulsar o ódio e qualquer ação belicosa. Os que vivem esse amor na vida prática estão se assemelhando ao verdadeiro caráter de Deus.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. Do que se tratava a Lei de Talião?

A Lei do Talião se tratava de uma norma para os tribunais civis, que no seu propósito desejava que em particular a pessoa jamais praticasse a vingança.

2. Cite um versículo em que a Bíblia proíbe a vingança pessoal.

Romanos 12.19.

3. A quem pertence a vingança? Cite um versículo para embasar a sua resposta.

A vingança pertence ao Senhor (Rm 12.9).

4. De acordo com a lição, quantas ilustrações foram usadas por Jesus para ilustrar o amor?

Quatro ilustrações: Virar outra face, arrastar para o tribunal, obrigar a fazer algo e fazer alguma coisa por alguém.

5. O cristão jamais pode amar uns e aborrecer outros. Por quê?

O cristão jamais pode amar uns e aborrecer outros, pois se evidenciar bondade apenas para os seus amigos, nada mudará, e procederá como os publicanos.


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ESCOLA DOMINICAL: Lição 6 Expressando palavras honestas

Lições Bíblicas Dominical Adultos  – 2° Trimestre de 2022 CPAD

Título: OS VALORES DO REINO DE DEUS. A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo

Comentarista: Pr. Osiel Gomes

Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus

Divulgação: Subsídios Dominical

📚  TEXTO ÁUREO

“Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.”  (Mt 5.37)

💡  VERDADE PRÁTICA

Fazer um juramento ou uma promessa é algo muito sério. Por isso, o cristão deve cuidar para não prometer ou votar aquilo que não vai ter condições de cumprir.


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ESCOLA DOMINICA: Lição 4 - Resguardando-se de sentimentos ruins

Lições Bíblicas Dominical Adultos  – 2° Trimestre de 2022 CPAD

Título: OS VALORES DO REINO DE DEUS. A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo

Comentarista: Pr. Osiel Gomes

Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus

📚  TEXTO ÁUREO

“Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo [...].” (Mt 5.22)

💡  VERDADE PRÁTICA

A cólera e a ira não podem dominar o coração do crente. Elas devem ser evitadas e vencidas com o ensino do Evangelho.  

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ESCOLA DOMINICAL: Lição 2 - Sal da terra, luz do mundo

Lições Bíblicas Dominical Adultos  – 2° Trimestre de 2022 CPAD

Título: OS VALORES DO REINO DE DEUS. A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo

Comentarista: Pr. Osiel Gomes

Editora: Casa Publicadora das Assembleias de Deus

📚  TEXTO ÁUREO

“Vós sois o sal da terra; [...] Vós sois a luz do mundo.”

(Mt 5.13,14)

💡  VERDADE PRÁTICA

A influência dos cristãos na sociedade é inevitável. Do ponto de vista bíblico, o mundo não pode estar indiferente aos verdadeiros.

 LEITURA DIÁRIA

Segunda - Cl 4.6

Nossas palavras devem ser temperadas com sal

Terça - Lc 14.34,35

Não podemos perder a relevância

Quarta - Tg 1.17; Sl 104.2

Deus, o Pai das luzes

Quinta - Jo 15.8; 1 Pe 2.12

A luz como um testemunho verdadeiro de boas obras

Sexta - 2 Co 4.7

Um tesouro em vaso de barro

Sábado - Ef 5.15

Andando com prudência e bom senso

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Lição 7- Lições Bíblicas Adultos - 1º Trim./2022 – CPAD

Lição 7 - A Bíblia transforma pessoas

Lições Bíblicas Adultos, 1° trimestre de 2022 – CPAD

Assunto: A Supremacia das Escrituras: a Inspiração, Inerrante e Infalível Palavra de Deus

COMENTARISTA: Douglas Baptista

📚  TEXTO ÁUREO

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hb 4.12)

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Lição 9 - Vivendo o Fervor Espiritual

Informações: Revista Lições Bíblicas Adultos, 1° trimestre de 2021 – CPAD | Data da Aula: 28 de Fevereiro de 2021| Obs. Os textos destacados na cor vermelha são subsídios para os professores da Escola Dominical.

TEXTO ÁUREO

“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.”(Ef 5.18)

VERDADE PRÁTICA

Ser cheio do Espírito pode se referir tanto ao batismo no Espírito Santo como também à vida plena no Espírito.

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Princípios Bíblicos para Manter a Saúde Espiritual

🎯
Princípios são inegociáveis quando estamos tratando de assuntos espirituais que preservam a nossa vida de fé, obediência e comunhão com Deus.

A saúde espiritual, com absoluta certeza, depende da observância de princípios estabelecidos por Deus e exarados em sua Santa Palavra. Costumo dizer que certos métodos podem e até devem passar por mudanças em todas as áreas da vida, inclusive a espiritual, porém fica definitivamente estatuído que os princípios mantenedores da saúde espiritual são inegociáveis; não podem, sob qualquer pretexto, ser mudados. Esses princípios estão consagrados e referendados na imutável Palavra de Deus, e confirmados nos exemplos de vidas santas que a seguir estaremos focalizando.

É forçoso falarmos de personagens do Antigo Testamento que sofreram perda da saúde espiritual porque procederam ao arrepio dos princípios normatizados pelo próprio Criador, tal como-o flagelo a que Adão e Eva foram submetidos. A vida saudável de ampla comunhão com Deus perdeu fragorosamente o seu vigor e tão grave foi a quebra e abandono dos princípios que deveriam ser praticados pelo primeiro casal, que as suas tétricas consequências passaram a todos os homens tanto no âmbito espiritual como no natural.

A angústia espiritual se assenhoreia do coração daquele que se afasta dos princípios divinos e se envereda pela senda do pecado. Já o Santo Livro de Deus declara que o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Em Provérbios 14.34, lemos que a justiça engrandece a nação, mas o pecado é o opróbrio dos povos. O abandono dos princípios geradores e mantenedores da saúde espiritual tem-se tornado algo gritante nos nossos dias. Quais os princípios mais vilipendiados pelo homem sem Deus?

👉A obediência — Com toda certeza, a obediência, princípio prescrito por Deus, é algo inalienável na vida do cristão. Esse saudável princípio foi o primeiro rejeitado pelo homem com as consequências aqui aludidas. O nosso comum Adversário é o principal gestor de qualquer ato de desobediência a Deus, isso porque ele, o maligno, não se sente satisfeito quando o homem está espiritualmente saudável. O Senhor Jesus nos diz que o Inimigo veio para roubar, matar e destruir, mas Ele (Jesus) veio para que tenhamos vida com abundância — saudável (Jo 10.10).
👉 O temor do Senhor - Inquestionavelmente, é outro princípio que propicia-nos saúde espiritual em todos os âmbitos e momentos da nossa vida. O corpo pode até estar sob ameaças ou sofrendo certos percalços provenientes de fatores próprios desta existência terrena, mas isso não adoece o nosso espírito quando vivemos no temor de Deus. Paulo fala de uma sã consciência (At 24.16), isto é, saúde na vida espiritual. Os jovens hebreus lá na Caldéia, por seu temor a Deus, mantiveram a saúde espiritual. E relevante dizer que eles conservaram o temor ao seu Deus de forma incondicional (Dn 3.12-27; 6.16-23). É oportuno lembrar que, por conta da preservação desse princípio, não só mantiveram-se saudáveis espiritualmente, mas fisicamente também (Pv 4.20-23).

Nesse mesmo seguimento, encontramos Daniel, que por seu temor, integridade, vida de oração, conduta excelente, princípios inarredáveis da vida dos filhos de Deus, foi preservado espiritualmente e humanamente. Igual exemplo é o deixado por José, o filho do patriarca Jacó, lá no Egito, que se eterniza em nossas mentes e corações. Tal foi o resultado final da sua decisão de manter o santo princípio, que pelo temor a Deus assimilou formando o seu caráter de forma tão passante, que a sua saúde espiritual exala para todos nós o perfume da pureza moral no seu mais elevado grau.

👉 Piedade pessoal – Este princípio não pode ser deixado à margem da vida do cristão que aspira saúde no seu espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23). Foi o apóstolo Paulo que sabiamente declarou que o exercício físico é bom para ajudar na manutenção da saúde natural, porém a piedade para tudo é proveitosa (1 Tm 4.8). Uma vida pia desfruta da bênção de Deus e pode amparar-se na promessa do Senhor, que diz:

“O maligno não lhe toca” (1 Jo 5.18; Jo 10.29). Logo, a saúde espiritual lhe é preservada.

👉 A meditação e observância da Palavra de Deus — Este princípio preservador da saúde espiritual é mais importante do que qualquer alimento ou substância que visa a proteger o físico. O natural tem o seu valor que deve ser respeitado, porém é necessário o entendimento que o espiritual é eterno, por conseguinte tem mais valor e, portanto, requer maior atenção. A Bíblia já nos afirma que nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.

Uma vida que não se alimenta do pão do céu, a Palavra de Deus, indubitavelmente é um ser que não possui qualquer condição de triunfo face às terríveis ciladas do inimigo. O salmista e outros personagens da Bíblia exaltam o valor da Palavra de Deus e os seus efeitos em suas vidas, ora declarando que a Palavra é alimento (Jr 15.16) ora afirmando que sua orientação pode tornar o homem sábio para a vida eterna (2 Tm 3.15) e que pode refrigerar a alma (SI 19.7-8). Mantenhamos o insubstituível princípio mantenedor da saúde da vida espiritual, a Palavra de Deus, e assim preservados espiritualmente teremos a capacitação ideal para vencermos o nosso ardiloso Adversário, tal como ocorreu com o nosso divino Mestre, que, fazendo uso da Palavra, derrotou a Satanás (Mt 4.4).

👉 Sobriedade - E um princípio bíblico que nos ajuda a manter a saúde da nossa vida espiritual. Tal princípio é-nos recomendado pelo apóstolo Pedro (1 Pd 1.13) bem como pelo apóstolo Paulo (2 Tm 4.5). Certamente, no exame da História, que focaliza as grandes vitórias do povo de Deus, sobriedade foi basilar. Agir com prudência constitui uma atitude sadia que propicia saúde à vida espiritual. E assim que o Senhor quer nos encontrar (Mt 24.45 e 46). Isso fala também de sobriedade, que torna a vida espiritual sadia.

👉 Disciplina - Vida disciplinada pela Palavra de Deus segue a senda da prosperidade em todos os âmbitos. Muito falaríamos sobre este relevante princípio, mas face ao exíguo espaço que dispomos, recomendo ao leitor participar assiduamente da Escola Dominical, pois neste trimestre a temática das Lições Bíblicas da CPAD é “Disciplina na vida cristã”. Observe os ensinamentos sobre esta matéria e tenha vida espiritual saudável!

👉 Oração — Finalmente, o primacial princípio da oração que deve constituir a coluna vertebral, conjuntamente com a Palavra de Deus, na manutenção da vida espiritual sadia. O conforto e a orientação de que tanto necessitamos é na oração que obteremos, adicionando ainda que pela oração poderemos adorar, agradecer, interceder, e tudo isso promove em nós saúde espiritual.

Concluímos reafirmando que princípios são inegociáveis quando estamos tratando de assuntos espirituais que preservam a nossa vida de fé, obediência e comunhão com Deus. Mantenhamos os princípios bíblicos estabelecidos para nós como regra de fé e prática e, dessa forma, manteremos a nossa vida espiritual poderosamente saudável para glória de Deus. Que assim seja!

Referências: Artigo: Pr. Temóteo Ramos de Oliveira

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